segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


RACIONALISMO VITALISTA TRANSCENDENTAL.

TRANSCENDENTALISMO VITALISTA.

CRÍTICA DA RAZÃO TOTAL, VITAL E TRANSCENDENTAL.

ANÁLISE DA RAZÃO VITAL E TRANSCENDENTAL.

TEORIA GRACELIANA DA RAZÃO E DO CONHECIMENTO.
Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI.Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.ancelmoluizgraceli@hotmail.comRua Itabira, n 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.Trabalho registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.Colaborador. Márcio Piter Rangel.DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

A vitalidade constrói o seu próprio conhecimento e a sua racionalidade.

A vitalidade transcende sobre si também na forma de racionalidade.

A razão, a forma lógica de pensar, comportamentos, personalidade, valor existencial do sujeito no universo, neuroses, imaginação, memória, e outros são fenômenos que o poder vital e o universo vital desenvolveu durante milênios e que são transmitidos aos seres que nascem, desenvolvem mais alguns elementos que vão se juntar aos anteriores. E que serão transmitidos aos descendentes.

Por isto que a razão com todos as suas formas e elementos são produzidos pelo universo vital, conforme a sua potencialidade e transmitidos aos seres que carregam e transmitem os elementos da racionalidade.

E outros elementos vitais, psíquicos e existenciais.

Há varias formas de razão –

1-divina – esta em todos os lugares e em tudo age.

2-A cósmica – o universo segue um direcionamento em prol da ordem e da harmonia.

3-Vital – os funcionamentos vitais segue uma racionalidade própria e inconsciente.

4-Genética – é um mecanismo racional que foi desenvolvido para transcender a estrutura vital aos descendentes.

5-Energética celular – na produção de energia pelas células, para manter o funcionamento da vida.

6-Fisiológica e metabólica – produção de hormônios, e funções fisiológicas.

7-Inconsciente vital e psíquico. o universo vital tem a sua própria racionalidade funcional, assim como o universo vital tem a sua própria racionalidade funcional.

8Transcendental e reprodutivo. O mundo vital cria condições vitais para a vida transcender através da reprodução.

9-Inconsciente racional – todo ser nasce com uma racionalidade que ele mesmo não tem consciência dela.

10-Consciência psíquica – mundo construído pela consciência do mundo psíquico.

11-Racional natural – inato.

12-Racional lógico – lógica e matemática.

13-Racional empírica – baseada em objetos e fenômenos fora do ser.

14-Racional metafísica – baseada em deduções e induções para respostas sem base em fenômenos empíricos e deduções lógicas.

15- transcendental perfeccionista – a racionalidade transcende dentro do ser, e de ser a ser, sempre em direção a uma perfeição.

Deus é um ser de poder cósmico inserido em todo o cosmo, e sobre tudo ele age, por isto que está em todas as coisas e todos os lugares. Deus não tem formato, dimensão, densidade. Não é substância. Sobre tudo ele age e vê.

Logo, somos um conhecimento do divino, e temos um conhecimento do divino pela racionalidade e pela fé.

INCONSCIENTE ESTRUTURANTE E REGEDOR – rege o funcionamento e determina o desenvolvimento dos elementos racionais.

INCONSCIENTE VITAL – rege o funcionamento vital e a forma e estrutura e desenvolvimento de como vai funcionar a vitalidade e a mente. E uma forma de racionalidade meta-inconsciente.

INCONSCIENTE PSÍQUICO. São formas e estruturas lógicas que regem o funcionamento psíquico, e que tem um conhecimento vital e psíquico do mundo interno. E não externo.

SUB-CONHECIMENTO. O ser não conhece o mundo externo antes dos sentidos, mas já tem uma estrutura pronta para receber e adequá-los a esta estrutura. Ou seja, o ser desenvolve através da vitalidade e psicalidade elementos para adequar o mundo externo [fenômenos] ao mundo interno [psíquico e racional].

OU SEJA, A RACIONALIDADE VITAL, CONSTRÓI MECANISMOS PSÍQUICOS E SENSORIAIS PARA RECEBER E TRANSFORMÁ-LOS COM SEUS EQUIPAMENTOS EM CONHECIMENTO.

OU SEJA, TEMOS DUAS REALIDADES OU DUAS CATEGORIAS DE CONHECIMENTO.

O FENÔMENO EM SI.

E O FENÔMENO QUE TRANSFORMAMOS NA NOSSA RACIONALIDADE. CONFORME A ESTRUTURA QUE JÁ FOI DESENVOLVIDA. A ESCULTURA É FEITA CONFORME O MOLDE.


E o que fôrma e produz o molde é a cosmolidade e a vitalidade. Ou seja, o poder vem de fora, do cosmo, age sobre a vitalidade e a mesma produz e desenvolve mecanismo de psicalidade e de sensorialidade para produção da racionalidade e do conhecimento. Neste ponto já é de dentro para fora.

E a racionalidade é o que este mecanismo produziu, e o conhecimento é a racionalidade e o fenômeno, juntos. Temos aí que a escultura é feita conforme o molde e o material.

Temos assim dois tipos de conhecimento. O da fôrma [vitalidade e mente]que produz o conhecimento conforme os seus mecanismos.

E a fôrma que juntamente com o barro vai produzir o conhecimento.

Temos assim três tipos de conhecimento.

O inato, racionalidade pura e inconsciente.

O inato estruturador, que vai produzir um conhecimento conforme as suas potencialidades.

E o inato estruturador que depende do barro, no caso fenômeno para ser conhecimento.

Ou seja, o conhecimento não é a racionalidade, e a racionalidade não e o conhecimento.
A racionalidade é parte do universo vital e psíquico. isto no primeiro estágio.

Ou seja, uma criança no útero já tem a sua psiquê, o seu eu, a sua mente, a sua racionalidade inconsciente.

Quando nasce ele passa a usar o universo vital e racional inconsciente para receber o mundo externo dos fenômenos.

E vai moldar este mundo externo conforme as sua potencialidades vitais e psíquicas.

E conhecemos e racionalizamos conforme o estágio vital em que nos encontramos.

Ou seja, o conhecimento depende de seus estágios.

E de suas ferramentas para adquiri-los e produzi-los.

Após a fase uterina os elementos do mundo externo passa a ter uma ação sobre o mundo interno. Ou seja, os fenômenos sobre a mente.

E conforme o ser vai amadurecendo ele vai aumentando a influência deste mundo externo sobre o seu interno.

Temos uma transcendentalidade, uma dualidade e uma troca de função. No inicio só a mente é o sujeito. Depois a mente passa a ser sujeito e objeto na produção do conhecimento e usa elementos do mundo externo para aumentar a sua lógica e racionalidade imaginativa.

Ele sai do mundo inconsciente e entra no fenomenológico externo para produzir a racionalidade psedoconsciente.

Pseudoconsciente – é o resultado do mundo externo sobre o interno, e a transformação disto em conhecimento. Porem, o ser não alcança um estágio de desvelamento interno absoluto para transformar o adquirido do mundo externo em conhecimento absoluto. O ser não consegue desvelar os fenômenos na sua absolutabilidade.

A transcendentalidade ocorre na dualidade da mente que sai de si e vai até o fenômeno, e o fenômeno que age sobre a mente, quando ocorre a troca e a ação. E que é a dualidade – ou seja, neste estágio o conhecimento é os dois. E o fenômeno age sobre a racionalidade.

Racionalidade não é conhecimento.

Racionalidade é a forma, estruturação e produção do pensar.

E o conhecimento é os elementos que a racionalidade consegue produzir.

No conhecimento temos o resultado na forma de elementos lógicos e conscientes.

Porem pode ser também na forma inconsciente.



A RACIONALIDADE FORA DA MENTE. O puro ser do conhecimento.

A vitalidade é em si uma racionalidade funcional, estrutural, metabólica, física química biológica, psíquica e transcendental. Esta racionalidade que a vitalidade produz coordena e rege todo corpo vital e psíquico vital.

É o puro ser, ou conhecimento puro, que não está na mente, nos sentidos, ou nos fenômenos.

É um fenômeno inconsciente ao homem e a mente e que rege e produz o homem e a mente.

É o sujeito e o objeto de si. Este é o único conhecimento absoluto, e que não é do homem e nem da mente, muito menos dos sentidos.

Pois não existe um espaço e tempo entre sujeito e objeto, pois é o mesmo. E a causa de si. E o efeito de si.

Existe como fenômeno inato, mas não é um fenômeno da mente. É inato de si. Ou seja, ele existe em si, e vai se desvelar no futuro.

É o fenômeno que rege a si mesmo. O fenômeno de si na forma de conhecimento e racionalização da funcionalidade de si.

Existe na categoria de fenômeno e de agente estruturador racional vital.

Neste ponto temos o puro ser do conhecimento, e que é a verdade absoluta. Que não é na mente, nos sentidos, inato na mente, que é fora da mente, mas sim na estrutura funcional vital.

É tanto verdade que a vitalidade constrói mecanismos transcendentais para perpetuação da vida. Como a reprodução, órgãos, hormônios. Etc.
TRANSCENDENTALIDADE DA RACIONALIDADE VITAL.
Transcendentalidade temporal.


Neste ponto a vitalidade trabalha a transcendentalidade da racionalidade vital, transcende para o futuro a sua racionalidade. Logo, este conhecimento é o presente, que tem uma origem no passado e visa existir no futuro. Logo ele é transcendental temporal. No passado ele visa o futuro. Para a sua sobrevida e eternidade.

Assim, o conhecimento absoluto não é o conhecimento da mente e do homem, mas sim o conhecimento vital e transcendental.


O INCONSCIENTE VITAL E PSÍQUICO


O inconsciente vital e psíquico é formas de conhecimento e de racionalidade, que a mente produz com elementos psíquicos dos anseios do homem e elementos lógicos e empíricos da vida do mesmo.

Este conhecimento inconsciente não chega a ser desvelado ao homem. Ou seja, ela não tem consciência dele e ele existe no homem e ajuda o mesmo na estruturação da sua racionalidade.


SOBRE A QUESTÃO METAFÍSICA DOS ESPÍRITOS FORA DO CORPO.

Os espíritos fora do corpo podem ser vistos, sentidos, ouvidos pelo ser humano e outros animais. Ou seja, os espíritos também podem ser um conhecimento empírico e sensorial.



O CONHECIMENTO É UMA CRIAÇÃO E PRODUÇÃO VITAL.

A vitalidade produziu mecanismos sensoriais, instintivos, emocionais, psíquicos, inconscientes, conscientes e lógicos para a produção do conhecimento. Principalmente na assimilação e correlação de objetos e fenômenos fora da mente.

Esta criação e produção não ocorreram por causa de uma vontade de criar o conhecimento, ou uma lógica racional, mas sim, ocorreu pela vitalidade para amoldar o ser ao mundo externo, para que o mesmo usasse o mundo externo para a sua sobrevivência.

Assim, o conhecimento é uma consequencia de uma vontade vital para existência do ser num meio externo. E dele tirar o seu sustento. E sobreviver.


Por isto a vitalidade criou e produziu mecanismos sensoriais, instintivos, psíquicos, mentais e lógicos para a sobrevivência do ser. Temos aí a causa da origem do conhecimento. Que foi uma vontade do poder vital e potencialidade vital.

Pode-se dizer que antes de qualquer coisa o conhecimento é uma verdade vital, sensorial e psíquica. Absoluta para o ser quando em relação ao puro ser. Assim, a vida construiu a racionalidade, a lógica e o conhecimento.

Todos os animais têm a sua racionalidade, logica, instintos, emoções, sentimentos e conhecimento. Todos animais sabem as estaçoes do ano, sabem quando está para chover e se esta chuva é duradora ou não, e intensa ou não. Ou seja, eles tambem tem o seu conhecimento.

E todos nascem com potencialidades para desenvolver estas qualidades. Ou seja, as potencialidades para desenvolver qualidades nascem com os animais.

AS POTENCIALIDADES SÃO INATAS AO SER, É UMA QUALIDADE VITAL. É GENÉTICO TRANSCENDENTAL.

Todo animal selvagem quando ainda na fase uterina já possui potencialidades para desenvolver um grande alfato e instintos. Isto é inato.

E quando vai se desenvolvendo vai tambem desenvolvendo todos os sentidos e produzindo conforme suas potencialidades uma assimilação com o mundo externo. Clima, solo, presas, predadores, cheiros, etc. e eles desenvolvem neste ponto o seu conhecimento. Como consequencia de mecanismos para sua sobrevivência.

Logo, o conhecimento não é inato e nem só a posteóri.

Mas sim, é uma causa da necessidade e produção vital.

E o ser já é gerado com potencialidades que vão se desenvolver, e juntamente com o mundo externo vai produzir o conhecimento.

POTENCIALIDADES + MUNDO EXTERNO = CONHECIMENTO E RACIONALIDADE.

Os animais selvagens não apenas conhecem o clima, solo, e outros fenômenos externos, mas a sua vida segue uma lógica existencial para a sua sobrevivência.

As potencialidades são vitais e inatas que vão criar e produzir o conhecimento, conforme estas potencialidades anteriormente produzidas.


OUTRAS FORMAS DE RACIONALIDADE E DE CONHECIMENTO.

Emoções, instintos, sentidos, sentimentos, elementos psíquicos, inconscientes são tipos e características de racionalidade e de conhecimento. Ou seja, o conhecimento e a racionalidade não são apenas aquele que o ser adquire com seus elementos interno numa assimilação do mundo externo e interno.


ENGENHARISMO CRACIOBIOLÓGICO

A vida e uma consequência de vontades, poderes e engenharia.

e uma programação para o perfeito funcionamento da vida.

O ser é vontade, é mente, é razão, é transitoriedade, etc.



VITALISMO TRANS-PERFECCIONISTA.

A vitalidade tem o poder de criar nela e para ela funções, órgãos, instintos, sentidos, metabolizações para manter a vida.

Isto vai contra o mecanicismo e materialismo e a seleção natural.

Não é uma seleção , mas sim uma produção natural regida pela própria vitalidade e poder vital.

A produção vital ocorre dentro do próprio ser.

Os seres menores são os que mais tem tempo de vida, quando comparado com o seu tamanho-peso.

Isto pode ser confirmado nas bactérias, formigas, etc.

A evolução não é o caminho para os mais complexos, mas sim para os que mais vivem.


Origem e desenvolvimento pela potencialidade de criar e desenvolver e conforme a necessidade de produção para manter a vida.

Ou seja, a vida pode criar infinitos órgãos, funções, sentidos, metabolizações, instintos, inconscientes para manter a vida.

Ou seja. Os fenômenos vitais são criados, potencialisados, desenvolvidos, aperfeiçoados enquanto vai passando de ascendente para descendente. Ou seja, de pai para filho.

Ai se TORNA INATO PERFECCIONISTA. Ou seja, transfere num estágio, com potencialidade para se aperfeiçar em outro ser.

O outro ser para este novos fenômeno será um hospedeiro potencialisado para o aperfeiçoamento.


OU SEJA, TEMOS AÍ.

A ORIGEM CONFORME A POTENCIALIDADE E A NECESSIDADE E USO.

O DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO PELA POTENCIALIDADE.

A TRANSCENDÊNCIA HERDADA PARA O APERFEIÇOAMENTO.

Assim, os fenômenos não estavam inatos quando o ser começou a surgir.

Foram sendo criados por potencialidade para o surgimento de novos fenômenos.

Criaram potencialidades para aperfeiçoar estes fenômenos.

E desenvolveram condições e fenômenos para transcender aos descendentes e estes terem condições e potencialidade para continuar este aperfeiçoamento.

Ou seja, a emoção, os instintos, sentidos, órgãos, não nasceram com o primeiro ser, mas durante a existência e vida eles foram sendo criados e sendo desenvolvidos, alguns em uma época e outros em outras.

E fenômenos que ajudaram a construir outros, com potencialidades já desenvolvidas.

A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.


Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.

O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.

Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.



Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.

Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [ inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.




VITALPSICOFUNCIONALIDADE.

PSICOVITALTRANSCENDENTALIDADE.
Mecanismo criados pela vitalidade para produção e transferência da vida. Sempre em direção a perfeição.


1-CRIA MECANISMO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CARACTERÍSTICAS dos seres aos descendentes.
Genética.



2-CRIA MECANISMOS DE APERFEIÇOAMENTO DE CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS, metabólicas, morfológicas que são transmitidas a novos seres.
Evolução psicodirecionada.



3-CRIA CAPACIDADE DE COORDENAR TODAS AS FUNÇÕES vitais, psíquicas, metabólicas, e transcendentais, produzir anticorpos compatíveis a invasores ao perfeito funcionamento anteriormente programado.
Psicovitalismo.


4-CRIA MECANISMO DE PRODUZIR E SINTETIZAR elementos químicos, funções físicas, químicas, biológicas, metabólicas, de produção de energia no interior do ser. De mecanismos psíquicos.
Psicovitalbiofisicoquimico.


5- vitalfisica – criação pela vitalidade de absorver e metabolizar energia.


6- vitalquimica- criada pela vitalidade para transformar e metabolizar elementos químicos.


7- vitalpsiquica –criada pela vitalidade para coordenar todas as funções vitais, físicas, químicas, de energia, metabólicas, de defesa e ataque [ reconhecimento de invasores e produção de anticorpos]. de reprodução, transferência da vida na produção de descendentes. E a psíquica.






TEORIA DA VITALFUNCIONALIDADE.

Mecanismos criados pela vitalidade para a funcionalidade, perfeição e transcendência da vida.



A BALANÇA DA VIDA.

Os seres menores de tamanho e de peso são os que têm mais tempo de vida, em proporção ao seu tamanho, se compararmos o seu tamanho e peso com os outros seres maiores.

Se compararmos uma formiga com o homem, veremos que a formiga pode passar de mil anos.

Este é um dos grandes enigmas da vida e da evolução, pois se os maiores são os mais evoluídos e produzem maiores funções vitais.

Por que a evolução não produziu capacidades vitais para manter estes seres com maior tempo de vida?

A resposta pode estar no elemento primordial para a vida e para a morte. Que é o oxigênio. Que é o elemento fundamental na respiração e metabolização química e produção de energia.

Porem, também prejudica as funções vitais, levando as células a morte. Com consequencia o envelhecimento e a morte do ser.

Enquanto os menores possuem menos material vital, e usam muito menos o oxigênio.

Existem besouros que nascem num meio tampado com pouco oxigênio, e ainda consegue viver por alguns dias.


Ou seja, a evolução ainda não cuidou de todos os detalhes para produção e permanência da vida.


TEORIA DA COMBINAÇÃO GENÉTICA.


Além do psíquico transcendental de pais para filhos. A combinação genética é fundamental na estrutura do ser, evolução, metabolismo, produção de hormônios, doenças, desvios psiquicos e eufóricos.

Tendências a depressão, psiquismo, introversão e extroversão.

Na combinação genética se tem a causa dos desenvolvimentos, evolução, funcionamento bom ou ruim, mutações, e má funcionalidade metabólica, física, química, biológica, e psiquica.

A combinação genética dos pais determinam a vida dos filhos.

Os pais não precisam ter os desvios.

Mas a combinação genética dos dois pode acarretar uma mutação, uma doença, um desvio psíquico, ou um desvio metabólico direcionado para uma mutação ou um futuro ser ou espécie.

E desta combinação acarretar mudanças em outras combinações futuras.

Alguns podem e tem tendências a um tipo de funcionamento orgânico e a desenvolver doenças e desvios.


O ser antes de nascer já tem a sua estrutura vital, racional e existencial traçada. Antes da fase uterina.

Temos aí a causa fundamental da origem de novas espécies, e de desvios psíquicos, e mau desenvolvimento metabólico. E a tendência a doenças como câncer, diabetes, Parkinson, surdez, cegueira, e todos outros.


Uma família sem histórico de determinada doença nos antepassados e pais, pode ter alguns ou todos os filhos com aquela enfermidade.


A combinação genética determina o tipo e alcance de lógica e de racionalidade do ser, através das potencialidades.

A vitalidade é uma racionalidade transcendental sobre si que visa o direcionamento e funcionamento vital.

Racionalidade não é apenas o conhecimento, mas as infinitas formas de se rege um funcionamento ou metabolização.


POTENCIALIDADES ASSIMILADORAS.

O ser não tem o conhecimento do mundo externo, mas sabe que vai encontrar o mundo externo e vai precisar e sobreviver com ele. Por isto que, o ser nasce com potencialidades para assimilar e registrar o mundo externo.

O poder vital e a vitalidade construíram potencialidades e mecanismos para esta assimilação e registro.

Assim, além dos sentidos,, instintos, emoções, sentimentos, inconscientes, conscientes, e outros mecanismos a vitalidade construiu outros mecanismos, que são as potencialidades assimiladoras de sobrevivência e registro do mundo externo.

Como pensamento lógico, indução, dedução, sonhos, aptidões para cálculos, gráficos, desenhos, pensamento metafísico, e outros.

Os animais selvagens nascem com o instinto de preservação mais apurado do que o homem, pois sabe que pode deixar de existir se não for bem ágio.

São formas de conhecimento os odores, a camuflagem, proteção à prole, e vários outros mecanismos criados e utilizados pelos animais.

Assim, temos um conhecimento que depende da vitalidade, porem o conhecimento não existe no ser antes dele ter o contato com ele, ou ter um desenvolvimento lógico ou metafísico do mesmo. Ele tem a potencialidade de assimilação do mundo externo.

Que a vitalidade construiu estes mecanismos durantes milênios até chegar aquele ser.


MAS, EXISTE CONHECIMENTO NATURAL QUE JÁ NASCE COM O SER, QUE SÃO OS VITAIS.

1-Por exemplo, um filhote quando apenas nasceu e que nunca teve contato com uma pedra, não vai ter imagem na sua mente de uma pedra, logo, para ele a pedra não existe, e quando chegar perto da pedra não vai correr de medo.

2-Mas se chegar perto de um leão, ele vai tentar se esconder. Ou seja, ele não conhece o leão, mas tem a potencialidade como mecanismo de proteção que o leão pode tirar a sua vida.

3-E outros animais vão trocar de cor, exalar cheiros para se proteger de outros perigos.

Temos aí três tipos de conhecimento.

No primeiro ele não desenvolveu mecanismos de conhecimento e defesa para a pedra.

No segundo ele desenvolveu mecanismos e potencialidades para o reconhecimento do leão, pois neste caso é vital este reconhecimento, e os seus antecedentes desenvolveram potencialidades e mecanismos para o reconhecimento do perigo. Ou seja, ele não tem o conhecimento, mas tem a potencialidade para produzir este conhecimento.

No terceiro ele tem o conhecimento de suas potencialidades como formas de mecanismos de proteção. E tem a potencialidade de assimilação do perigo e do mundo externo.


A teoria do conhecimento é também uma teoria vitalógica.




SOBRE O TEMPO –

Existem dois tempos.

O tempo psíquico cognitivo que a mente o produz através da memória e do movimento e tempo de produção da racionalidade.

E o tempo enquanto fenômeno – que este pode ser considerado como o estagio processual e de vida do fenômeno. E a velocidade em que ele se desenvolve.

Ou seja, um construído pela mente e cognição.

E outro da própria essência do fenômeno no seu puro ser. Que é o registro de estágios e movimentos dos fenômenos.

Porem, o tempo não existe como coisa em si, como fenômeno, como puro ser.

O que temos são os movimentos e uma referencial no presente que registra o passado e sabe que pode acontecer o futuro.

Logo, o tempo e o espaço não variam, não mudam por que o espaço é absoluto em si, e tempo não existe como fenômeno em si.

O que pode dar uma concepção de variação de tempo e de espaço é a própria mente.

SOBRE O ESPAÇO –

O espaço pode ser uma construção da noção do ser de espaço pela sua mente e cognição.

Uma criança na barriga da mãe tem uma noção daquele espaço em que vive.

Ao nascer as coisas são grandes, as estradas enormes. Quando fica velho e volta aquele mesmo lugar verá que as coisas não eram tão grandes, e as estradas curtas e pequenas.

Ou seja, o espaço para o homem é uma consequência da sua mente e da sua cognição.

E os fenômenos e o mundo fora do homem têm as suas dimensões, e densidades.



O MOVIMENTO SEGUE A MESMA ORDEM.

O movimento psíquico e cognitivo. Que depende do estágio psíquico e cognitivo da pessoa. Uma criança tem uma noção muito mais veloz de um mesmo movimento de um adulto. Ou seja, depende do estágio em que de amadurecimento vital e cognitivo em que o ser se encontra.

E tem o movimento na sua forma em si de puro ser. Ou seja, o fenômeno que se processa e se acelera e freia no espaço. E os estágios em que passa este fenômeno.

A inércia e o repouso não têm haver com o movimento.

A mente, o psíquico e o cognitivo também são fenômenos.



TEMOS AÍ DUAS REALIDADES. UMA DO PSÍQUICO COGNITIVO E OUTRO DO FENÔMENO EM SI NO PURO SER.

COM ESTES EXEMPLOS PODE-SE AFIRMAR QUE A REALIDADE DO CONHECIMENTO VARIA DO ESTÁGIO VITAL EM QUE SE ENCONTRA O HOMEM.

E NÃO CHEGA A VERDADE ABSOLUTA DO FENÔMENO TANTO NA MENTE, QUANTO FORA DELA. OU SEJA, DO FENÔMENO EM SI.

OS MICROSCÓPICOS NÃO CONSEGUEM VER O SE TEM DENTRO DE UMA BACTÉRIA OU VÍRUS. MUITOS FENÔMENOS QUE TEMOS COMO ABSOLUTOS SÃO INDUÇÕES.

OU SEJA, A VERDADE AINDA NÃO CHEGOU NA SUA ESSÊNCIA ABSOLUTA. ESTÁ INDO À DIREÇÃO DESTA ESSÊNCIA ABSOLUTA.

A vitalidade é uma racionalidade em si e sobre si que está e ocorre dentro dos seres, pois age e rege o seu funcionamento sobre si. Logo, não é uma racionalidade mental, mas vital. E que ocorre numa forma de transcendentalidade interna. Ou seja, sobre si mesma.

O divino também é uma racionalidade, pois ele rege a harmonia cósmica, onde produz condições físicas, astrofísicas, astronômicas, cosmológicas e químicas para a harmonia cósmica e a produção da vida e da própria racionalidade.

O que seria do sistema solar se os astros não seguissem um fluxo de desintegração e reestruturação. E se os planetas não tivessem um afastamento ínfimo do sol.

O conhecimento e a racionalidade não são apenas o que existe dentro do homem, mas existem outras formas e em outros seres. Pois o conhecimento não é uma exclusividade do homem.

Uma bactéria, ou vírus sabe quando devem mudar as suas estruturas internas para a permanência de suas vidas.

Um gambá sabe quando deve exalar o seu cheiro para afastar os predadores. Mecanismo este já construído por seus antepassados para esta função.

Ou seja, todos animais, o homem, vírus, o divino, as plantas, a vitalidade possuem formas racionais. E que é também uma forma de conhecimento.

Inteligência vital. Gracelianismo. Ser é o poder.

O PODER E A INTELIGÊNCIA VITAL PRODUZ E DETERMINA A VIDA COM DIRECIONAMENTO DO PODER DIVINO.
O PODER VITAL PRODUZ A INTELIGÊNCIA VITAL E AMBOS PRODUZEM A VIDA, O SER , A MENTE, O CORPO MATERIAL , FUNCIONAL, SINTETIZADOR E PROJETOR DO SEU FUTURO. Daí temos o temos o ser poder, poder vital, e transcendental que é o homem, os animais e vegetais com suas funcionalidade essenciais e próprias.
O ser é o poder, pois o que existe é o poder em forma de função, vontade, inteligência, processos, sintetizações, corpo, transcendência e perpetuação pela reprodução.

Temos aí o agente – poder. E o objeto – que é o que o poder produz.

Vemos aí que o poder primeiro emana de Deus, que dá vida e consistência ao poder vital.




A vida através de seus poderes vitais constrói mecanismos de perpetuar a vida através da reprodução e produção de órgãos, hormônios e glândulas , e preparando o corpo vital para o processo de perpetuação e melhoramento vital e funcional do próprio organismo.

Pois a mesma é sabedora da sua limitação existencial e desaparecerá se não produzir e desenvolver mecanismo vitais e funcionais inteligentes para a própria vida.

A morte não é uma conseqüência genética, mas sim funcional, pois os gases absorvidos pelo organismo e sintetizados pelo mesmo e que parte não consegue sair das células e que se transformam continuamente passam a envelhecer e enrigecer- deixar dura as células, levando a morte de muitas, dificultando o seu funcionamento e produção de energia e sintetização de homonios, com isto forma-se um ciclo sempre menorr intensidade de funcionamento, levando o ser vivo a doenças e a morte.

Quando colocado em um meio com grande oferta de componentes vitais aí a vida se renova, inicia outra, perpetuando a vida. Por isto que os seres vivos se produziram condições , órgãos, hormônios, épocas favoráveis. Vemos os ovos, as placentas com tamperaturas e líquidos e hormônios que dão condições para este inicio da vida , e a perpetuação.

Os ovos que são fontes de proteínas e dependem de acréscimos de temperaturas para serem chocados, e os produtores sabem que precisam produzir a temperatura sobre eles.

Nas plantas, vemos que uma planta velha tende a morrer, perdendo galhos até desaparecerem, porem uma semente, broto ou galho retirada e colocada num outro local ai a vida se renova e reinicia a vida e mantem a perpetuação.

Nas plantas acontece o mesmo que nos animais, os gases e componentes químicos e processos físicos diminuem com o tempo de funcionamento, pois parte dos gases não consegue ser expelido se transforma em outros gases internos, diminuindo o funcionamente vital da planta, sempre produzindo um ciclo sobre outro , decrscendo progressivamente a vitalidade da planta.


HORMÔNIOS NAS SEMENTES PARA GARANTIR A VIDA.

Por isto que as plantas produzem sementes com grande quantidade de hormônios, brotos e galhos que facilitam a sua reprodução.

A semente é uma parte da planta que já é produzida com finalidade de sair , ser expelida da planta para ser germinada fora e manter a reprodução e manter a perpetuação da própria planta.


PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SENSORES NAS SEMENTES PARA A MANUTENÇÃO DA VIDA.

As plantas desenvolveram sensores térmicos e de luz para orientar as raízes das sementes, para irem em direção ao solo e poderem brotar. Ou seja, os sensores das raízes se desenvolvem em sentido contrario à luz e a temperatura, com isto a germinação é em grande parte garantida, enquanto as folhas se desenvolvem em direção à luz.

É como se elas soubessem que se as raízes não entrarem em contato com a terra o processo de germinação seria interrompido. Por isto a produção e desenvolvimento destes sensores nas sementes quando as mesma caem sobre o solo e esperam a sua vez de germinar.



a realidade da racionalidade é produto da vitalidade.


A realidade e a racionalidade não é produto de um processo ou estagio histórico.

mas sim de um processo e estagio vital.

Pois o que forma o homem, a realidade e a racionalidade e emocinalidade como a psico e a existencialidaade do ser é o estagio vital em que ele se encontra.

E a partir daí é que ele vai formar a sua realidade e a historicidade.

Ver. produzir
Critica da razão vital.


A realidade não se processa em causa e efeito, espaço e tempo, mas sim em poderes agindo sobre poderes e transformando a realidade. O invisível sem forma, densidade, sem estrutura agindo sobre a estrutura e a transformando.

O universo vital determina a realidade. E não a historicidade.

O ser é um elemento e componente, do universo vital.

Ele é o resultado do processamento do universo vital que ocorre nele, e o produz.

E ao mesmo tempo ele é parte deste universo vital, por isto ele é sujeito e objeto deste universo vital.

Ele é parte ativa e passiva do universo vital.

O UNIVERSO VITAL É O PODER VITAL E DIVINO INSERIDO NA VITALIDADE.

É O CONJUNTO DE PODERES E FENOMENOS QUE SE DESENVOLVERAM E PUDERAM TRANSCENDER.

É O FUNCIONAMMENTO VITAL DE TODO ORGANISMO.

É A PSIQUE REGENDO E SENDO PARTE DO PROPRIO UNIVERSO VITAL.



Teoria da engenharia e harmonia cósmica.

A formação, integração e desintegração de astros.

A reintegração, carreamento em direção ao equador para forma novos astros, o afastamento, a variação da inclinação e da excentricidade. Tudo isto possibilitando que o astro tenha condições de produzir a vida. Confirma-se que o cosmo é parte de uma engenharia voltada para uma harmonia



Potencialidade não é a potência aristotélica.

Mas sim a capacidade de transformar, é poder transcendental. Do vital sobre si na produção do novo e do outro.

Transcendental não é a transcendentalidade kantiana.

Mas sim o fenômeno que transcende sobre si mesmo e que se transforma por poderes vitais. A vitalidade agindo sobre si.

Transcender é transcende sobre e dentro de si por poder vitais anteriormente desenvolvidos.

TEMOS AQUI DOIS TIPOS DE CONHECIMENTO. O VITAL ABSOLUTO EM SI. E O QUE O VITAL POSSA PRODUZIR COM SUAS POTENCIALIDADES E CONFORME O ESTÁGIO EM QUE SE ENCONTRA.

O vital é absoluto e transcendental sobre si, na forma de puro ser.

E o segundo e dependente do estágio em que se encontra a vitalidade na produção da mente.


O conhecimento é o conhecimento vital na sua essência de ser que é o puro ser na forma de fenômeno. Ou seja, não é o conhecimento mental, da memória, do pensamento, do homem. Mas sim o conhecimento regido por poderes vitais que regem a vida e o funcionamento dos seres e sua transcendentalidade.

Este universo vital que vai produzir o conhecimento humano conforme suas potencialidades e estágio de desenvolvimento. Ou seja, o cérebro, os sentidos, os instintos, sentimentos, emoções, inconscientes, consciência, mente, etc. vão produzir um conhecimento conforme o estágio vital em que se encontra.

A lógica é um desenvolvimento da vitalidade na mente dos seres. É bom ressaltar que não é só o ser humano tem pensamento lógico. Outros animais também o desenvolveram, uns com uma lógica mais aprimorada, outros menos.

O INCONSCIENTE VITAL NA ASSIMILAÇÃO, PRODUÇÃO E LOGICIDADE DO CONHECIMENTO.

PRODUZIMOS O NOSSO CONHECIMENTO CONFORME TODOS OS ELEMENTOS VITAIS QUE NOS FORMA.

Assimilamos o mundo externo conforme o nosso inconsciente vital e transcendental.

Ou seja, produzimos um universo de significados, símbolos e logicidade conforme o nosso inconsciente vital e transcendental.

Ou seja, somos o resultado de um processo vital longo e duradouro que vem se estruturando e se desenvolvendo por milênios. E que o estágio vital que nos encontramos deste processo que o nosso inconsciente é produzido. E produzimos o nosso conhecimento conforme todos os elementos vitais que nos forma.

Um ser que não tem um desenvolvimento alfativo bem desenvolvido não terá um conhecimento profundo de muitos cheiros.

O mesmo vale para todos os outros sentidos.

E vale também para o estágio de desenvolvimento do inconsciente, sensações, instintos, consciente, logicidade, sentidos, sentimentos, emoções, pensamento, racionalidade, etc.

Assim, a razão é o universo vital e o estágio de potencialidade em que ele se encontra.

Pois, assimilamos os fenômenos conforme o universo vital e sua potencialidade. E a partir desta condição produzimos o nosso conhecimento.

Temos aí,

1-o vital em si, sobre si, e transcendental que é uma forma regedora da vida, logo, é em si um conhecimento.

2-Os elementos vitais que são em si um conhecimento.

3-O mundo externo e os fenômenos externos. Que não é um conhecimento.

4-A receptação e assimilação deste mundo externo pelos elementos vitais. Que é um conhecimento.

5- o conhecimento metafísico.


O CONHECIMENTO É NATURAL E FAZ PARTE DA NATUREZA DOS SERES.

É UMA CONSTRUÇÃO DA VITALIDADE.

Ou seja, conhecemos até onde chegamos, até onde a vitalidade que nos produz conseguiu produzir elementos para produção do conhecimento.

E o conhecimento não é obra do acaso, mas, sim de uma necessidade. Pois, nós seres conhecemos os alimentos por que é necessário para a nossa existência.

O mesmo acontece, com os instintos de proteção e vários outros elementos. Ou seja, o conhecimento é uma produção vital.

Morcegos desenvolveram órgãos para se locomoverem na noite, ou seja, ou seja, eles tem um conhecimento que não temos. Isto acontece com todos os animais. Cada um tem os seus órgãos, e sua funções que se transformam em conhecimento.

O inconsciente vital é uma forma de conhecimento que está dentro de nos e que não temos conhecimento total dela.

Ou seja, o conhecimento é vital e uma consequencia do desenvolvimento vital em que se encontra cada ser.

O conhecimento nos seres não é a ordenação mental, mas sim, os elementos vitais que a vitalidade produziu em cada ser. E cada um com uma intensidade diferente. E outros não possuem certos elementos que outros possuem. Como no caso de morcegos e golfinhos.

Como exemplo, pode citar. Instintos, sentidos, sentimentos, funções fisiológicas, funções vitais, metabolizações, inconscientes, conscientes, emoções, psiquê, memória. Etc.

O conhecimento metafísico – no caso do divino, da alma, e de espíritos foi um reconhecimento que estes seres existem e fazem parte da nossa existência. Independente de que alguém possa vê-los ou senti-los.


Ou seja, não conhecemos através de propósitos regidos por sentimentos e emoções, mas sim, o conhecimento nasceu de uma necessidade vital e existencial para a perpetuação do ser. Assim, o conhecimento é uma produção vital para suprir uma necessidade vital e existencial para a transcendentalidade do ser.

Neste ponto a vitalidade construiu elementos e mecanismos para o ser assimilar o mundo externo para que o mesmo pudesse tirar dele o seu sustento, sua reprodução, sua família e sua eternização.

Ou seja, o conhecimento é uma construção que ocorreu dentro do ser através da vitalidade, para servir ao próprio ser.

É como a produção de um órgão, uma metabolização, a mente, o inconsciente, os instintos, etc.

Porem, o ser não conhece o mundo externo antes de ter contato com ele. Porem, um feto já tem contato com a temperatura e sentimentos da mãe.

E o ser é gerado e nasce com potencialidades para assimilar o mundo externo.


O CONHECIMENTO NUNCA SERÁ ABSOLUTO, POIS TODAS ESPÉCIES CONSTROEM ÓRGÃOS E ELEMENTOS PARA SUA SOBREVIVÊNCIA E CONHECIMENTO DO MUNDO EXTERNO. LOGO, O CONHECIMENTO É RELATIVO AS ESPÉCIES E AOS SERES.

DEPENDE DO ESTÁGIO VITAL EM QUE O SER OU ESPÉCIE SE ENCONTRA.


A vitalidade que é uma racionalidade transcendental produz elementos, órgãos, funções para o ser conhecer o mundo externo para a sua sobrevivência.

Temos aí duas formas de conhecimento. A primária e a secundária.


NÃO É A ORDEM DO PENSAMENTO LÓGICO QUE REGE E O CONHECIMENTO E A RACIONALIDADE, MAS SIM O PODER VITAL, AS POTENCIALIDADES VITAIS QUE CONSTROEM ELEMENTOS VITAIS PARA A SOBREVIVÊNCIA DO SER.

Ou seja, a necessidade para a sobrevivência do ser foi construído o conhecimento. E o conhecimento é mais um elemento vital em função da continuidade e produção da vida.
Conhecemos o que o poder vital e potencialidade construíram. Ou seja, podem existir infinitos fenômenos no universo que não temos conhecimento deles, por que não tem utilidade para a sobrevivência da vida. E a vida não construiu elementos para reconhece-los e assimila-los.


A REALIDADE SEGUE ESTA ORDEM.

Deus – poder - espaço denso – cosmo - vitalidade e vida - potencialidade e poder vital – elemento vitais – mundo externo ao ser – conhecimento.

O tempo não existe como coisa em si.

O espaço existe fora do ser e dentro na concepção do ser.

A causa não existe, o que existe é uma seqüência de fenômenos. Pois todo fenômeno leva e produz o outro, mas isto é parte da essência da realidade.

Deus rege a ordem do universo, a vontade da vitalidade, rege o poder e a construção do conhecimento.

O Deus não é só o Divino da fé, mas o de poder, da ordem, da harmonia, da lei, da vida e da potencialidade, dos elementos vitais na produção da razão e do conhecimento. Pois se não houvesse uma harmonia cósmica, não haveria a vida, o ser e a racionalidade e o conhecimento.


Assim, a vontade e a ordem inicia com o Divino, que vai refletir no cosmo, na vida, nos elementos vitais e na produção do conhecimento.

Assim, o conhecimento não é pensamento e nem a coisa em si, mas sim uma necessidade vital construída pela potencialidade vital para servir ao ser na sua sobrevivência.


O CONHECIMENTO É UMA CONSEQUENCIA DE PODER, POTENCIALIDADE VITAL E É UM ELEMENTO, UM FENÔMENO E UMA RELAÇÃO ENTRE MUNDO EXTERNO COM O INTERNO.

O divino [mundo externo] produz o interno [vida, vitalidade e elementos vitais], que produz o conhecimento [assimilação do mundo externo pelo interno].

Assim, o conhecimento não é só fenômeno, mas causa e consequencia de poder divino e potencialidade vital. E elemento vital e fenômeno vital. E relação mundo externo e com o interno.

Elemento vital como produção da mente, e fenômeno vital como assimilação do mundo externo pelo interno.

ASSIM, O CONHECIMENTO TEM UMA ORIGEM DIVINA E DE PODER E É UMA RELAÇÃO ENTRE MUNDOS.

Do divino para o vital, do vital para o de potencialidades e elementos, e do vital para o externo da vitalidade.

Ou seja, não é a mente que produz o conhecimento, mas sim a potencialidade vital.

A ordem existe antes do pensamento e da mente, o divino já produziu a harmonia das coisas, das potencialidades e dos fenômenos, tanto no vital quanto fora do vital.

Não é a vontade de conhecer que produz conhecimento, mas a potencialidade vital para a necessidade de sobrevivência do ser.

Reproduzimos o mundo externo em nós para dele suprir nossas necessidades vitais de sobrevivência, por isto a vitalidade produziu órgãos, instintos, emoções, sentidos, inconscientes. Percepção, logicidade, etc.

Ou seja, o conhecimento não é apenas uma faculdade, mas uma necessidade que teve um direcionamento anterior ao ser e a vida.

Não é fruto de uma estética de sensações e de vontades, mas de potencialidades, necessidade e de relação.

A ordem não é só a ordem da mente, mas a ordem e harmonia divina que trabalha em função do desenvolvimento da vida.

Não é obra do acaso, mas tem um propósito na sua origem e na sua produção.

Não existe na mente como num processo dialético idealista. Mas existe na vitalidade e na relação. Mundo interno e mundo externo. Vitalidade e fenômeno.

Ao machucarmos um dedo, aquela dor se encontra mais no dedo do que na mente, e mais em todo o corpo do que na mente.


O CONHECIMENTO É VITALISTA.

Assim, o divino que produz o poder e a potencialidade, produz o ser e suas potencialidades, que irá produzir elementos e funções para suprir suas necessidades vitais. E a razão e o conhecimento são uma delas. Logo, o conhecimento não é o que temos na mente através do pensamento, vontades, ordem, mas o que o ser precisa e necessita para a sua sobrevivência.

Logo, o conhecimento antes de ser idealista, é uma vitalidade produzida por potencialidades vitais, na forma e produção de elemento vital, construído com propósito vital para suprir as necessidades vitais. Logo, é um fenômeno vital e que é uma consequência de um propósito cósmico e divino.

Assim, o conhecimento é um ser, um fenômeno, um propósito, um elemento vital, uma relação, uma necessidade, uma produção que está em desenvolvimento.

E não se desenvolve por causa do outro, do contrário, do fenômeno fora de mente, logo, não é dialético.

Mas sim, se desenvolve dentro da estrutura e potencialidade vital conforme vai se desenvolvendo estas potencialidades e a necessidades do seu desenvolvimento. Para suprir a necessidade da sobrevivência.


A VIDA E O CONHECIMENTO SE DESENVOLVEM ATRAVÉS DA AÇÃO DAS POTENCIALIDADES.

O CONHECIMENTO NÃO É IDEALISTA, MAS UM POTENCIALISTA VITALISTA.

Ou seja, não é o fenômeno que se desenvolve e regem o desenvolvimento para o propósito de produzir sentidos, mentes, órgãos para a produção do conhecimento, mas sim o que se desenvolve é a potencialidade, e esta por sua vez agir sobre a funcionalidade e estruturalidade vital direcionando a vitalidade para qualquer tipo e intensidade de funcionamento e desenvolvimento.

Assim, o fenômeno vital muda através da ação da potencialidade.

Logo, o conhecimento não é idealista, mas um potencialista vitalista.
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FILOSOFIA – Metafísica. CRÁCIO – RES – graceli terceiro sistema.

Realicismo. Tratado do puro ser.

Cracionismo e fenomenalidade.

Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI.Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.ancelmoluizgraceli@hotmail.comRua Itabira, n 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.Trabalho registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.Colaborador. Márcio Piter Rangel.DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

Deus é um ser de poder cósmico inserido em todo o cosmo, e sobre tudo ele age, por isto que está em todas as coisas e todos os lugares. Deus não tem formato, dimensão, densidade. Não é substância. Sobre tudo ele age e vê.



TRANSCENDENTALISMO RACIONALISTA FENOMENOLÓGICO.


CATEGORIAS PRIMÁRIAS.

1- ABSOLUTABILIDADE – DIVINO , INTRANSCENDETE EM SI E QUE AGE SOBRE TODOS OS FENÔMENOS E PODERES.

2- PODERES – DIVINO, CÓSMICO [ DA ENERGIA], VITAL.

3- REALIDADE – DIVINO, PODERES, ESPIRITO [ALMA], VITALIDADE, TRANSCENTALIDADE, FENÔMENOS, RACIONALIDADE.

4- TRANSCENTALIDADE - O FENOMENO É A ESTRUTURA VISIVEL E INVISIVEL [SEM DENSIDADE] QUE SOFRE A AÇÃO DO PODER SOBRE SI]

5- FENOMENALIDADE [ COM ESTRUTURA FISICA OU NÃO, COM DENSIDADE OU NÃO, VISÍVEL OU INVISIVEL] – QUE SOFRE A AÇÃO DO PODER ATRAVÉS DA TRANSCENTALIDADE.

6- INVISIBILIDADE – O INVISÍVEL SE SOBRE O VISIVEL – DENSO. [ O VISÍVEL CAREGA EM SI O INVISÍVEL, E É DETERMINADO PELO PODER, VONTADES E DIRECIONAMENTOS DO INVISÍVEL.

7- RACIONALIDADE – DIVINA, VITAL, TRANSCENTAL, PSÍQUICA , LÓGICA.




De todas as relações a mais fundamental é a da transcendentalidade, onde o próprio fenômeno transcende sobre si para se eternizar. Não está no outro, na oposição no contraste.

Pois é no interior do próprio fenômeno que o poder age, e o poder é em si um fenômeno transcendendo, exceto o divino.

Logo, é no puro ser que a realidade atinge o seu auge, a sua plenitude, mas não atinge um estagio absoluto, pois absoluto só o intranscendente – Deus.

O fenômeno acontece dentro dele mesmo, e ele transcende sobre si e para si através de poderes naturais e essências criados pelo poder vital , divino e cósmico.

A essência e natureza da realidade é transcender. Logo é no puro ser que a realidade encontra seu apogeu e plenitude.

Ou seja, a unidade não vem de dois, mas de um e do mesmo que age sobre si.

Mesmo sendo outro em outro momento, naquele momento ele é um só, ou seja, uno, e como consequencia de sua transcendentalidade.

``O movimento de evolução não é um continuo de desenvolvimento de oposições, e a fusão e reconciliação destas``. Mas sim, uma transcendentalidade de si, sobre e para si, num puro ser que age sobre si através da ação de poderes inseridos e [ou] desenvolvidos por ele. Esta é a essência de toda a realidade.

A própria racionalidade, que é um registro do mundo externo com potencial de mundo vital só é alcançada por causa do estágio vital e mental do ser humano.

A REALIDADE E O CONHECIMENTO SE DESENVOLVEM SEGUNDO UM MOVIMENTO PERFECCIONISTA PROGRESSISTA DENTRO DO PRÓPRIO FENÔMENO OU CONHECIMENTO, ONDE OCORRE A PRODUÇÃO DA REALIDADE E DO CONHECIMENTO EM SI, DENTRO DE SI, SOBRE SI E PARA SI.

ESTE DESENVOLVIMENTO É REGIDO E COORDENADO POR PODERES INTERNO, NO CASO O VITAL E O PSÍQUICO, QUE RECEBEU A DIREÇÃO DE PODERES EXTERNOS NO CASO O DIVINO.

Ou seja, não acontece por causa de uma contradição ou movimento dialético.


A unidade está no em si de todas as coisas.

A essência da realidade não é a unidade, mas sim a transcendentalidade, o deixar de ser para ser outro e perfeccionar-se. Ou seja, não é a unidade que a realidade se processa para ser e alcançar, mas sim, mas sim ser a própria realidade em si, e a própria realidade em si é ser transcentente dentro de si e para si e sobre si.

REALICISMO – A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER A PRÓPRIA REALIDADE.

OU SEJA, A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER A PRÓPRIA REALIDADE, EM SUAS MÚLTIPLAS E VARIADAS FORMAS E NA SUA TRANSCENDÊNCIA EM SI E DENTRO DE SI. E NÃO NO OUTRO E NO SEU CONTRÁRIO.


A substância do universo, da realidade é o poder, pois e dele que tudo é gerado e coordenado.

O projeto do mundo não é ser racional como um processo final de um movimento dialético, mas sim, cracional e ser a própria realidade – temos aí o crácio-res. Ou seja, a essência de ser realidade e de ser regido – por poderes.

A racionalidade é um elemento da realidade e um projeto do poder. A racionalidade não é a substância final e essência de um projeto da realidade, em que se torna a unidade de todas as coisas.

Ou seja, a racionalidade é uma consequencia do poder regedor e da realidade estruturadora sobre si, dentro de si, para si e em si.

ASSIM, A ESSÊNCIA DE SER DA REALIDADE NÃO É SER UNIDADE, MAS TRANSCENDENTALIDADE E SER A PRÓPRIA REALIDADE.

A realidade não caminha em direção a ápice absoluto, ou seja, ela não tem um projeto de ser para o futuro, sempre com os opostos se tornando uma evolução do anterior, e que volta e se unir com outros opostos. Num processo dialético.

Pois a essência da realidade é ser ela mesma, sempre em si, sobre si e para sim mesma, ou seja, ela não é para o futuro, mas sim ela é para o presente, e no futuro serão infinitos e ínfimos presentes em que a realidade se tornará essência em si mesma, em cada ínfima época que ser realidade. Ou seja, a essência da realidade é ser ela mesma – transcendente, ínfima em cada parte e regida de poderes.


O pensamento é um ser, porém há vários tipos e categorias de seres, entre eles o pensamento, o mesmo vale para a lógica e a racionalidade, pois são seres que compõe o universo, mas não são únicos. E não é a mesma coisa.

A unidade não está na diversidade, pois a própria condição de ser de um não pode ser o outro. A unidade está na própria unidade. Logo não são contrários que se contrapõe para forma a unidade.

COMO TAMBÉM A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER ELA MESMA, A TRAVÉS DA SUA INTERIORIDADE, E NÃO ATRAVÉS DE RELAÇÕES COM OUTROS.

Ou mesmo de ser unidade, diversidade ou dialeticidade. Ou seja, a essência de ser da realidade é ser ela própria, no seu mais puro ser, que é ser fenômeno com direcionamento por poderes.

A realidade não tem por essência se desenvolver em direção a um ápice absoluto, a uma unidade, a ser um registro pela racionalidade. A realidade tem por essência ser a própria realidade e não através do outro.





A LÓGICA E A METAFÍSICA NÃO SÃO A MESMA COISA, POIS A LÓGICA É A RACIONALIDADE, E A METAFÍSICA É PODERES, ALMA, ESPÍRITO, E OUTRAS CATEGORIAS METAFENOMENAIS.

O bem não contém o mal, e o mal o não contém a bem, para formar uma dialeticidade. Cada um segue o seu destino.

O poder não está na raça, não está num ápice evolutivo, pois se compararmos será confirmado que proporcional ao tamanho e peso os seres menores são os que mais vivem. Isto pode ser comparado com bactérias e mesmo as formigas.

Logo, é difícil afirmar que este ser ou outro é o mais desenvolvido, ou mesmo afirmar que a realidade só é ser e encontra a sua essência de ser na racionalidade. Através de um ápice da lógica e da empiricidade.


SOBRE OS PROJETOS DO MUNDO.

O projeto do mundo não é absolutamente racional, mas sim.

Divino.
Cracional.
Real.
Vital.
Transcendental.

O projeto divino é o bem, a harmonia, a paz, a concórdia e o perdão e a vida.

O cracional é o projeto de poderes divino, cósmicos e físicos, vital, transcendental e racional.

O real é a própria realidade na sua auto construção, e dentro de si, sem depender do outro, ou do contraste.

O vital é a construção da vida e do ser vital, e que tem vários elementos que compõe este projeto, entre eles a reprodução, órgãos e funções vitais, a racionalidade e a lógica.


Assim, o absoluto é Deus.

A realidade é o em si transcendendo infinitamente.

A universalidade é a totalidade em que se processa a realidade.

A mente é um estágio e categoria da realidade. Não é o fim a ser alcançado.


A REALIDADE NÃO SE DIVIDE EM.

causa e efeito.

Mente e matéria.

Sujeito e objeto

Lógica e metafísica.

Dialeticidade e unidade.

Unidade e multiplicidade.

Espaço e tempo.

Pois, não é a causa que leva o outro fenômeno a acontecer, mas sim o seu estágio para a transcendentalidade.

O poder e a própria realidade que direcionam a realidade, pois mente e matéria são componentes de um universo infinito e ínfimo de fenômenos. Pois o invisível age sobre o visível e a estrutura. E estrutura e evolui o próprio invisível.

A realidade não se processa em sujeito e objeto, mas sim em poder e potencialidades dentro do puro ser. Do em si sobre e dentro de si e não no outro ou oposto.
A lógica é a racionalidade de si e da metafísica, porem a própria realidade e universo possuem a sua lógica, a sua metafísica e a sua racionalidade. Pois ela acontece dentro de si mesma como uma sinfonia sendo regida do inicio ao fim, por poderes e funções pré-determinadas.

A realidade não é uma dialeticidade em direção a uma unidade, num processo infinito. Mas sim, a realidade é uma universalidade de multiplicidades ínfimas que transcendem sobre si mesmas, programadas e coordenadas por poderes pré-determinados.

A realidade não acontece num espaço e num tempo. Pois a realidade se realiza dentro de si mesma, e fase e intensidade não cronológicas de ser.

Pois também, a tempo não existe como coisa em si. Não tem um referencial final. E é apenas uma reprodução da consciência registrada pela dinâmica do funcionamento do cérebro.

E o cérebro com o seu funcionamento e a consciência é uma consequencia de um estágio de evolução da realidade. E são formas de seres.

O ESPAÇO NÃO EXISTE COMO REFERENCIAL FINAL, pois o universo não tem fim no próprio espaço, dentro dele e nos seus processos.


Logo, o referencial da realidade é a própria realidade, ou seja, é o ser do ser. Ou a realidade da realidade. A que acontece e se processa dentro de si, em si, sobre si e para si.



Toda forma de mal é uma produção negativa, nenhuma forma de mal leva ao bem.

O caráter não se forma com a tempestade e a tensão da vida, o ser já nasce com sua estrutura pronta, é inato, o ser se amolda com esta estrutura à sociedade.

A luta não é a lei do crescimento, mas sim a lei do crescimento é inato ao ser, ele já nasce com potencialidade vitais para o seu crescimento e a sua formação e felicidade.


O homem não encontra sua plena estatura e estrutura através de compulsões. Mas sim, a estrutura vital e psíquica e de caráter nasce com o ser [ ver na internet psicovitalidade graceliana].

A vida é feita para realizações e felicidades, e principalmente para a felicidade, pois a vitalidade construiu sentidos, famílias, emoções em todos os seres para que os mesmos sejam felizes.

E a felicidade não se encontra fora do ser ou no outro. Mas dentro do próprio. Logo, no puro ser, e não no seu oposto.

A história do mundo é a essência da felicidade, principalmente a felicidade psíquica e vital. Os períodos de felicidade é o ápice da vida e da existência, pois é neste período que se é alcançado a harmonia absoluta. Pois temos na harmonia um Deus agindo com todo poder, a paz, o amor, o prazer. Pois a vida e a harmonia é o grande projeto e realização do divino.

O homem não vive para fazer história, mas sim para ser feliz e transcender através dos filhos. Esta é a lei do divino e o caminho e desenvolvimento da vida. Este é grande projeto e essência da vida – o seu próprio desenvolvimento.

Não é o homem que produz a sua felicidade, mas o divino e a própria vitalidade, logo, o homem está inserido na e de felicidade.

A existência, a felicidade, a vida, a harmonia não é um movimento dialético, mas sim o resultado de um poder regendo a vida. E a essência da vida não é atropelar, dar saltos, mas sim prosseguir o seu desenvolvimento conforme as suas potencialidades.

O pensamento, a racionalidade e a história é fruto de fases do prosseguir do desenvolvimento.

A realidade não se processa em causa e efeito, espaço e tempo, mas sim em poderes agindo sobre poderes e transformando a realidade. O invisível sem forma, densidade, sem estrutura agindo sobre a estrutura e a transformando.

O universo vital determina a realidade. E não a historicidade.

O ser é um elemento e componente, do universo vital.

Ele é o resultado do processamento do universo vital que ocorre nele, e o produz.

E ao mesmo tempo ele é parte deste universo vital, por isto ele é sujeito e objeto deste universo vital.

Ele é parte ativa e passiva do universo vital.





A realidade é o crescimento da historia e da racionalidade.

A realidade não acontece por saltos e por contrastes dialéticos, mas sim é um crescimento continuo e regido pela própria realidade e dentro de si, ou seja, pelo puro ser. Que é a essência da realidade.

A meta do desenvolvimento não é a unidade, mas sim a própria realidade e a harmonia da totalidade.

A identidade do ser é o puro ser, dentro dele mesmo que acontece o seu desenvolvimento. Num processo lento e continuo.

O real não é só real quando é racional. Mas sim, o real é sempre e absolutamente real no puro ser, ou seja, nele mesmo, e se desenvolvendo por si mesmo.

Não é a época histórica de uma sociedade que produz a realidade. Mas sim, a realidade com suas potencialidades vai construir a vitalidade e ambos – realidade e vitalidade inserida de poderes do puro ser vão construir a historia, a razão, a moral e a estética.

O mais elevado estágio de conhecimento não é o pensamento, mas sim, a vitalidade que processa e rege o conhecimento de si, e produz mecanismo para a funcionalidade da vida e da psiquê.

A realidade no seu puro ser é racional. Pois, ela constrói seu caminho, suas categorias, potencialidades, poder e fenômenos.

Logo, o que determina a realidade não é o homem com sua racionalidade, muito menos a época histórica de uma sociedade, mas sim, a própria realidade.

Logo, a realidade não caminha em direção a um absoluto, a uma unidade, mas sim caminha na sua construção e produção de novos funções e poderes.


A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.


Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.

O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.

Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.



Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.

Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [ inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.



O mais elevado estágio do conhecimento não é o pensamento. Mas sim, a vitalidade que processa e rege o conhecimento de si. O puro ser de si sobre si e dentro de si.

A vitalidade é mais importante que a consciência, inconsciência, racionalidade, pensamento e lógica – pois a vitalidade é a racionalidade e consciência de si. Não depende do outro para existir e se processar. Ela produz a sua própria existência e coordena seus processos. É o puro ser.


A essência para ser alcançada não é a unidade. Mas sim, a própria realidade no seu puro ser. E de como transcende a própria realidade.

O mundo inteiro e todos os corpos e mentes não são movimentos mecânicos e materilísticos, mas sim, poderes e potencialidade.



DUALISMO.
O agente primordial e regedor de todas as coisas é Deus,

A substância primordial de todas as coisas é o espaço denso. Da onde surge a matéria, a energia, as estruturas a densidade e o visível.

Depois em outro estágio temos outro agente regedor que é o poder vital e as potencialidades.

Depois temos as categorias de como se processa a realidade no puro ser.

Realicismo – a realidade sobre a realidade, o fenômeno sobre o próprio fenômeno.

A transcendência dentro de si. Na construção do novo.

O invisível sobre o visível.

Ou seja, temos dois tipos de fenômenos agindo e se processando [ fenomenalismo].

O com densidade e o sem densidade e sem estrutura e desenvolvendo. Que são os poderes e potencialidade primordiais.

Os secundários sem densidade, que são os espíritos, alma, mente, psiquê, racionalidade, mente vital sobre a funcionalidade das funções e metabolizações.

A realidade então tem um agente primordial – poder divino.

Dois agentes regedores secundários – poder vital – sobre a produção da vida.

e poder cosmológico – sobre a produção da substância, matéria e energia.
Aglutinação e produção de matéria pela compressão do espaço denso. Onde vários fenômenos cósmicos acontecem.

Ou seja, a realidade tem como essência e origem uma dualidade – um de poderes e outro de densidade.

Onde vai ser regida a realidade, e o outro vai produzir a estrutura.

Um com densidade e o outro com densidade.

Um vai sofrer a ação do outro – o poder sobre a densidade.



Porem todos são fenômenos e formas de realidade – o poder e a substância [ espaço denso em compressão]. Exceto o divino. Pois este não é fenômeno. É intranscendente e que age sobre todos os fenômenos. O único absoluto em si.

Então temos tipos e qualidades de puro ser.

O divino e absoluto e si.

O poder vital e transcendental.

O espaço denso e a realidade fenomenológica [realicismo – a realidade sobre a realidade, o fenômeno que acontece dentro de si], que age sobre si sem depender do outro ou da dialeticidade.

Assim, atingir a verdade não é através da racionalidade, mas sim, só quem pode atingir a verdade é o divino e a racionalidade vital regida e regedora de todos os poderes e fenômenos vitais.


DEUS NÃO ESTÁ NAS COISAS, FENÔMENOS E SUBSTÃNCIAS.

Deus é absoluto e o puro ser e que rege todas as coisas, fenômenos, substãncias e poderes.

Deus rege os poderes sobre os fenômenos.

Pois Deus é absoluto em si e puro ser, enquanto os fenômenos e substâncias são transitórios.

O espírito nasce com o homem, se desenvolve e envelhece e morre. E continua por muitos tempos após a vida daquele ser humano que deu vida a ele.

Ou seja, ele vive dentro e fora do homem.

A alma só vive enquanto o ser viver.

Alma e espírito não agem sobre o desenvolvimento da vida, fenômenos e da realidade.


Os fenômenos não são funcionamentos mecânicos de leis invariáveis.

Mas sim, são processos regidos por poderes – divino, vital ou cósmico como consequencia e regência dos mesmos. E não há leis pré-determinadas nos fenômenos e nos poderes.

Eles se sucedem uns após os outros conforme os poderes e as potencialidades.


Sobre os poderes cósmicos.

É bom ressaltar que o cosmo como um todo segue um desenvolvimento próprio de compressão do próprio espaço denso criando a matéria e a energia.

Que a matéria depois de comprimida volta a se dissipar e desintegrar-se no espaço. Voltando a se estruturar formando novos blocos e esfera de energia. Num ciclo e fluxo infinito. Isto não é um mecanicismo, mas segue uma ordem cósmica.

Este poder de compressão e desintegração é a essência da produção e continuidade infinita do cosmo.

Os processos, os fenômenos, a transcendência fenomênica, a matéria, a mente, a substância não são Deus. Pois do contrário Deus não seria um, seria infinitos Deuses e transcendente. Muito menos seria absoluto.

Deus não é a causa e leis do universo. O universo tem suas causas e leis em outras origens.

Deus é um poder absoluto que rege todos os poderes – cósmicos e vitais. Onde é regida e orquestrada a harmonia do universo.

Os poderes cósmicos agem na produção da matéria, na compressao e dilatação da matéria, energia e dos astros.

Aglutinação pela pressão atmosférica e do espaço denso, e dilatação e desintegração pelos processos de energia, temperatura, fusões, fissões, radiação, processos atmosfísicos, e outros.

Produzindo o universo numa harmonia fluxonária e estruturante e desintegrante constante, num devir infinito e harmônico.

ENTÃO TEMOS AS CATEGORIAS FUNDAMENTAIS DA REALIDADE.

1-DEUS.
2-PODER.
3-POTENCIALIDADE.
4-ESPAÇO DENSO, MATÉRIA E ENERGIA.
5-VIDA, VITALIDADE, ALMA E ESPÍRITO.
6-FUNÇÕES VITAIS, METABOLIZAÇÃO E MENTE.
7-PROCESSOS, TRANSCENDENTALIDADE E EVOLUÇÃO.





A mente pode determinar que o cérebro e corpo trabalho e entre em movimento e em processos. E o corpo age através dos processos dos neurônios produzindo a mente. O pensamento, a alegria, sentidos, instintos, emoções, e tristezas conforme um mau funcionamento orgânico.

São dois que um age sobre o outro. Ou seja, matéria não é mente, mas os dois agem um sobre o outro. A mente sobre a matéria, e a matéria produz e é a causa da produção da mente pelos seus processos físicos e bioquímicos.

A mente pode alterar o metabolismo do corpo quando o ser entra numa grande depressão, ou num momento eufórico produzir e aumentar a sua produção de hormônios. Como também as células do cérebro aumentar a sua energia, ou o coração disparar quando algumas pessoas vão falar em público.

E os dois são fenômenos. Um na forma de processos físicos e bioquímicos. E outro na forma de mente, sentidos, instintos, sentimentos.
RACIONALISMO VITALISTA TRANSCENDENTAL.

TRANSCENDENTALISMO VITALISTA.

CRÍTICA DA RAZÃO TOTAL, VITAL E TRANSCENDENTAL.

ANÁLISE DA RAZÃO VITAL E TRANSCENDENTAL.

TEORIA GRACELIANA DA RAZÃO E DO CONHECIMENTO.
Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI.Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.ancelmoluizgraceli@hotmail.comRua Itabira, n 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.Trabalho registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.Colaborador. Márcio Piter Rangel.DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

A vitalidade constrói o seu próprio conhecimento e a sua racionalidade.

A vitalidade transcende sobre si também na forma de racionalidade.

A razão, a forma lógica de pensar, comportamentos, personalidade, valor existencial do sujeito no universo, neuroses, imaginação, memória, e outros são fenômenos que o poder vital e o universo vital desenvolveu durante milênios e que são transmitidos aos seres que nascem, desenvolvem mais alguns elementos que vão se juntar aos anteriores. E que serão transmitidos aos descendentes.

Por isto que a razão com todos as suas formas e elementos são produzidos pelo universo vital, conforme a sua potencialidade e transmitidos aos seres que carregam e transmitem os elementos da racionalidade.

E outros elementos vitais, psíquicos e existenciais.

Há varias formas de razão –

1-divina – esta em todos os lugares e em tudo age.

2-A cósmica – o universo segue um direcionamento em prol da ordem e da harmonia.

3-Vital – os funcionamentos vitais segue uma racionalidade própria e inconsciente.

4-Genética – é um mecanismo racional que foi desenvolvido para transcender a estrutura vital aos descendentes.

5-Energética celular – na produção de energia pelas células, para manter o funcionamento da vida.

6-Fisiológica e metabólica – produção de hormônios, e funções fisiológicas.

7-Inconsciente vital e psíquico. o universo vital tem a sua própria racionalidade funcional, assim como o universo vital tem a sua própria racionalidade funcional.

8Transcendental e reprodutivo. O mundo vital cria condições vitais para a vida transcender através da reprodução.

9-Inconsciente racional – todo ser nasce com uma racionalidade que ele mesmo não tem consciência dela.

10-Consciência psíquica – mundo construído pela consciência do mundo psíquico.

11-Racional natural – inato.

12-Racional lógico – lógica e matemática.

13-Racional empírica – baseada em objetos e fenômenos fora do ser.

14-Racional metafísica – baseada em deduções e induções para respostas sem base em fenômenos empíricos e deduções lógicas.

15- transcendental perfeccionista – a racionalidade transcende dentro do ser, e de ser a ser, sempre em direção a uma perfeição.

Deus é um ser de poder cósmico inserido em todo o cosmo, e sobre tudo ele age, por isto que está em todas as coisas e todos os lugares. Deus não tem formato, dimensão, densidade. Não é substância. Sobre tudo ele age e vê.

Logo, somos um conhecimento do divino, e temos um conhecimento do divino pela racionalidade e pela fé.

INCONSCIENTE ESTRUTURANTE E REGEDOR – rege o funcionamento e determina o desenvolvimento dos elementos racionais.

INCONSCIENTE VITAL – rege o funcionamento vital e a forma e estrutura e desenvolvimento de como vai funcionar a vitalidade e a mente. E uma forma de racionalidade meta-inconsciente.

INCONSCIENTE PSÍQUICO. São formas e estruturas lógicas que regem o funcionamento psíquico, e que tem um conhecimento vital e psíquico do mundo interno. E não externo.

SUB-CONHECIMENTO. O ser não conhece o mundo externo antes dos sentidos, mas já tem uma estrutura pronta para receber e adequá-los a esta estrutura. Ou seja, o ser desenvolve através da vitalidade e psicalidade elementos para adequar o mundo externo [fenômenos] ao mundo interno [psíquico e racional].

OU SEJA, A RACIONALIDADE VITAL, CONSTRÓI MECANISMOS PSÍQUICOS E SENSORIAIS PARA RECEBER E TRANSFORMÁ-LOS COM SEUS EQUIPAMENTOS EM CONHECIMENTO.

OU SEJA, TEMOS DUAS REALIDADES OU DUAS CATEGORIAS DE CONHECIMENTO.

O FENÔMENO EM SI.

E O FENÔMENO QUE TRANSFORMAMOS NA NOSSA RACIONALIDADE. CONFORME A ESTRUTURA QUE JÁ FOI DESENVOLVIDA. A ESCULTURA É FEITA CONFORME O MOLDE.


E o que fôrma e produz o molde é a cosmolidade e a vitalidade. Ou seja, o poder vem de fora, do cosmo, age sobre a vitalidade e a mesma produz e desenvolve mecanismo de psicalidade e de sensorialidade para produção da racionalidade e do conhecimento. Neste ponto já é de dentro para fora.

E a racionalidade é o que este mecanismo produziu, e o conhecimento é a racionalidade e o fenômeno, juntos. Temos aí que a escultura é feita conforme o molde e o material.

Temos assim dois tipos de conhecimento. O da fôrma [vitalidade e mente]que produz o conhecimento conforme os seus mecanismos.

E a fôrma que juntamente com o barro vai produzir o conhecimento.

Temos assim três tipos de conhecimento.

O inato, racionalidade pura e inconsciente.

O inato estruturador, que vai produzir um conhecimento conforme as suas potencialidades.

E o inato estruturador que depende do barro, no caso fenômeno para ser conhecimento.

Ou seja, o conhecimento não é a racionalidade, e a racionalidade não e o conhecimento.
A racionalidade é parte do universo vital e psíquico. isto no primeiro estágio.

Ou seja, uma criança no útero já tem a sua psiquê, o seu eu, a sua mente, a sua racionalidade inconsciente.

Quando nasce ele passa a usar o universo vital e racional inconsciente para receber o mundo externo dos fenômenos.

E vai moldar este mundo externo conforme as sua potencialidades vitais e psíquicas.

E conhecemos e racionalizamos conforme o estágio vital em que nos encontramos.

Ou seja, o conhecimento depende de seus estágios.

E de suas ferramentas para adquiri-los e produzi-los.

Após a fase uterina os elementos do mundo externo passa a ter uma ação sobre o mundo interno. Ou seja, os fenômenos sobre a mente.

E conforme o ser vai amadurecendo ele vai aumentando a influência deste mundo externo sobre o seu interno.

Temos uma transcendentalidade, uma dualidade e uma troca de função. No inicio só a mente é o sujeito. Depois a mente passa a ser sujeito e objeto na produção do conhecimento e usa elementos do mundo externo para aumentar a sua lógica e racionalidade imaginativa.

Ele sai do mundo inconsciente e entra no fenomenológico externo para produzir a racionalidade psedoconsciente.

Pseudoconsciente – é o resultado do mundo externo sobre o interno, e a transformação disto em conhecimento. Porem, o ser não alcança um estágio de desvelamento interno absoluto para transformar o adquirido do mundo externo em conhecimento absoluto. O ser não consegue desvelar os fenômenos na sua absolutabilidade.

A transcendentalidade ocorre na dualidade da mente que sai de si e vai até o fenômeno, e o fenômeno que age sobre a mente, quando ocorre a troca e a ação. E que é a dualidade – ou seja, neste estágio o conhecimento é os dois. E o fenômeno age sobre a racionalidade.

Racionalidade não é conhecimento.

Racionalidade é a forma, estruturação e produção do pensar.

E o conhecimento é os elementos que a racionalidade consegue produzir.

No conhecimento temos o resultado na forma de elementos lógicos e conscientes.

Porem pode ser também na forma inconsciente.



A RACIONALIDADE FORA DA MENTE. O puro ser do conhecimento.

A vitalidade é em si uma racionalidade funcional, estrutural, metabólica, física química biológica, psíquica e transcendental. Esta racionalidade que a vitalidade produz coordena e rege todo corpo vital e psíquico vital.

É o puro ser, ou conhecimento puro, que não está na mente, nos sentidos, ou nos fenômenos.

É um fenômeno inconsciente ao homem e a mente e que rege e produz o homem e a mente.

É o sujeito e o objeto de si. Este é o único conhecimento absoluto, e que não é do homem e nem da mente, muito menos dos sentidos.

Pois não existe um espaço e tempo entre sujeito e objeto, pois é o mesmo. E a causa de si. E o efeito de si.

Existe como fenômeno inato, mas não é um fenômeno da mente. É inato de si. Ou seja, ele existe em si, e vai se desvelar no futuro.

É o fenômeno que rege a si mesmo. O fenômeno de si na forma de conhecimento e racionalização da funcionalidade de si.

Existe na categoria de fenômeno e de agente estruturador racional vital.

Neste ponto temos o puro ser do conhecimento, e que é a verdade absoluta. Que não é na mente, nos sentidos, inato na mente, que é fora da mente, mas sim na estrutura funcional vital.

É tanto verdade que a vitalidade constrói mecanismos transcendentais para perpetuação da vida. Como a reprodução, órgãos, hormônios. Etc.
TRANSCENDENTALIDADE DA RACIONALIDADE VITAL.
Transcendentalidade temporal.


Neste ponto a vitalidade trabalha a transcendentalidade da racionalidade vital, transcende para o futuro a sua racionalidade. Logo, este conhecimento é o presente, que tem uma origem no passado e visa existir no futuro. Logo ele é transcendental temporal. No passado ele visa o futuro. Para a sua sobrevida e eternidade.

Assim, o conhecimento absoluto não é o conhecimento da mente e do homem, mas sim o conhecimento vital e transcendental.


O INCONSCIENTE VITAL E PSÍQUICO


O inconsciente vital e psíquico é formas de conhecimento e de racionalidade, que a mente produz com elementos psíquicos dos anseios do homem e elementos lógicos e empíricos da vida do mesmo.

Este conhecimento inconsciente não chega a ser desvelado ao homem. Ou seja, ela não tem consciência dele e ele existe no homem e ajuda o mesmo na estruturação da sua racionalidade.


SOBRE A QUESTÃO METAFÍSICA DOS ESPÍRITOS FORA DO CORPO.

Os espíritos fora do corpo podem ser vistos, sentidos, ouvidos pelo ser humano e outros animais. Ou seja, os espíritos também podem ser um conhecimento empírico e sensorial.



O CONHECIMENTO É UMA CRIAÇÃO E PRODUÇÃO VITAL.

A vitalidade produziu mecanismos sensoriais, instintivos, emocionais, psíquicos, inconscientes, conscientes e lógicos para a produção do conhecimento. Principalmente na assimilação e correlação de objetos e fenômenos fora da mente.

Esta criação e produção não ocorreram por causa de uma vontade de criar o conhecimento, ou uma lógica racional, mas sim, ocorreu pela vitalidade para amoldar o ser ao mundo externo, para que o mesmo usasse o mundo externo para a sua sobrevivência.

Assim, o conhecimento é uma consequencia de uma vontade vital para existência do ser num meio externo. E dele tirar o seu sustento. E sobreviver.


Por isto a vitalidade criou e produziu mecanismos sensoriais, instintivos, psíquicos, mentais e lógicos para a sobrevivência do ser. Temos aí a causa da origem do conhecimento. Que foi uma vontade do poder vital e potencialidade vital.

Pode-se dizer que antes de qualquer coisa o conhecimento é uma verdade vital, sensorial e psíquica. Absoluta para o ser quando em relação ao puro ser. Assim, a vida construiu a racionalidade, a lógica e o conhecimento.

Todos os animais têm a sua racionalidade, logica, instintos, emoções, sentimentos e conhecimento. Todos animais sabem as estaçoes do ano, sabem quando está para chover e se esta chuva é duradora ou não, e intensa ou não. Ou seja, eles tambem tem o seu conhecimento.

E todos nascem com potencialidades para desenvolver estas qualidades. Ou seja, as potencialidades para desenvolver qualidades nascem com os animais.

AS POTENCIALIDADES SÃO INATAS AO SER, É UMA QUALIDADE VITAL. É GENÉTICO TRANSCENDENTAL.

Todo animal selvagem quando ainda na fase uterina já possui potencialidades para desenvolver um grande alfato e instintos. Isto é inato.

E quando vai se desenvolvendo vai tambem desenvolvendo todos os sentidos e produzindo conforme suas potencialidades uma assimilação com o mundo externo. Clima, solo, presas, predadores, cheiros, etc. e eles desenvolvem neste ponto o seu conhecimento. Como consequencia de mecanismos para sua sobrevivência.

Logo, o conhecimento não é inato e nem só a posteóri.

Mas sim, é uma causa da necessidade e produção vital.

E o ser já é gerado com potencialidades que vão se desenvolver, e juntamente com o mundo externo vai produzir o conhecimento.

POTENCIALIDADES + MUNDO EXTERNO = CONHECIMENTO E RACIONALIDADE.

Os animais selvagens não apenas conhecem o clima, solo, e outros fenômenos externos, mas a sua vida segue uma lógica existencial para a sua sobrevivência.

As potencialidades são vitais e inatas que vão criar e produzir o conhecimento, conforme estas potencialidades anteriormente produzidas.


OUTRAS FORMAS DE RACIONALIDADE E DE CONHECIMENTO.

Emoções, instintos, sentidos, sentimentos, elementos psíquicos, inconscientes são tipos e características de racionalidade e de conhecimento. Ou seja, o conhecimento e a racionalidade não são apenas aquele que o ser adquire com seus elementos interno numa assimilação do mundo externo e interno.


ENGENHARISMO CRACIOBIOLÓGICO

A vida e uma consequência de vontades, poderes e engenharia.

e uma programação para o perfeito funcionamento da vida.

O ser é vontade, é mente, é razão, é transitoriedade, etc.



VITALISMO TRANS-PERFECCIONISTA.

A vitalidade tem o poder de criar nela e para ela funções, órgãos, instintos, sentidos, metabolizações para manter a vida.

Isto vai contra o mecanicismo e materialismo e a seleção natural.

Não é uma seleção , mas sim uma produção natural regida pela própria vitalidade e poder vital.

A produção vital ocorre dentro do próprio ser.

Os seres menores são os que mais tem tempo de vida, quando comparado com o seu tamanho-peso.

Isto pode ser confirmado nas bactérias, formigas, etc.

A evolução não é o caminho para os mais complexos, mas sim para os que mais vivem.


Origem e desenvolvimento pela potencialidade de criar e desenvolver e conforme a necessidade de produção para manter a vida.

Ou seja, a vida pode criar infinitos órgãos, funções, sentidos, metabolizações, instintos, inconscientes para manter a vida.

Ou seja. Os fenômenos vitais são criados, potencialisados, desenvolvidos, aperfeiçoados enquanto vai passando de ascendente para descendente. Ou seja, de pai para filho.

Ai se TORNA INATO PERFECCIONISTA. Ou seja, transfere num estágio, com potencialidade para se aperfeiçar em outro ser.

O outro ser para este novos fenômeno será um hospedeiro potencialisado para o aperfeiçoamento.


OU SEJA, TEMOS AÍ.

A ORIGEM CONFORME A POTENCIALIDADE E A NECESSIDADE E USO.

O DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO PELA POTENCIALIDADE.

A TRANSCENDÊNCIA HERDADA PARA O APERFEIÇOAMENTO.

Assim, os fenômenos não estavam inatos quando o ser começou a surgir.

Foram sendo criados por potencialidade para o surgimento de novos fenômenos.

Criaram potencialidades para aperfeiçoar estes fenômenos.

E desenvolveram condições e fenômenos para transcender aos descendentes e estes terem condições e potencialidade para continuar este aperfeiçoamento.

Ou seja, a emoção, os instintos, sentidos, órgãos, não nasceram com o primeiro ser, mas durante a existência e vida eles foram sendo criados e sendo desenvolvidos, alguns em uma época e outros em outras.

E fenômenos que ajudaram a construir outros, com potencialidades já desenvolvidas.

A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.


Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.

O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.

Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.



Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.

Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [ inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.




VITALPSICOFUNCIONALIDADE.

PSICOVITALTRANSCENDENTALIDADE.
Mecanismo criados pela vitalidade para produção e transferência da vida. Sempre em direção a perfeição.


1-CRIA MECANISMO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CARACTERÍSTICAS dos seres aos descendentes.
Genética.



2-CRIA MECANISMOS DE APERFEIÇOAMENTO DE CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS, metabólicas, morfológicas que são transmitidas a novos seres.
Evolução psicodirecionada.



3-CRIA CAPACIDADE DE COORDENAR TODAS AS FUNÇÕES vitais, psíquicas, metabólicas, e transcendentais, produzir anticorpos compatíveis a invasores ao perfeito funcionamento anteriormente programado.
Psicovitalismo.


4-CRIA MECANISMO DE PRODUZIR E SINTETIZAR elementos químicos, funções físicas, químicas, biológicas, metabólicas, de produção de energia no interior do ser. De mecanismos psíquicos.
Psicovitalbiofisicoquimico.


5- vitalfisica – criação pela vitalidade de absorver e metabolizar energia.


6- vitalquimica- criada pela vitalidade para transformar e metabolizar elementos químicos.


7- vitalpsiquica –criada pela vitalidade para coordenar todas as funções vitais, físicas, químicas, de energia, metabólicas, de defesa e ataque [ reconhecimento de invasores e produção de anticorpos]. de reprodução, transferência da vida na produção de descendentes. E a psíquica.






TEORIA DA VITALFUNCIONALIDADE.

Mecanismos criados pela vitalidade para a funcionalidade, perfeição e transcendência da vida.



A BALANÇA DA VIDA.

Os seres menores de tamanho e de peso são os que têm mais tempo de vida, em proporção ao seu tamanho, se compararmos o seu tamanho e peso com os outros seres maiores.

Se compararmos uma formiga com o homem, veremos que a formiga pode passar de mil anos.

Este é um dos grandes enigmas da vida e da evolução, pois se os maiores são os mais evoluídos e produzem maiores funções vitais.

Por que a evolução não produziu capacidades vitais para manter estes seres com maior tempo de vida?

A resposta pode estar no elemento primordial para a vida e para a morte. Que é o oxigênio. Que é o elemento fundamental na respiração e metabolização química e produção de energia.

Porem, também prejudica as funções vitais, levando as células a morte. Com consequencia o envelhecimento e a morte do ser.

Enquanto os menores possuem menos material vital, e usam muito menos o oxigênio.

Existem besouros que nascem num meio tampado com pouco oxigênio, e ainda consegue viver por alguns dias.


Ou seja, a evolução ainda não cuidou de todos os detalhes para produção e permanência da vida.


TEORIA DA COMBINAÇÃO GENÉTICA.


Além do psíquico transcendental de pais para filhos. A combinação genética é fundamental na estrutura do ser, evolução, metabolismo, produção de hormônios, doenças, desvios psiquicos e eufóricos.

Tendências a depressão, psiquismo, introversão e extroversão.

Na combinação genética se tem a causa dos desenvolvimentos, evolução, funcionamento bom ou ruim, mutações, e má funcionalidade metabólica, física, química, biológica, e psiquica.

A combinação genética dos pais determinam a vida dos filhos.

Os pais não precisam ter os desvios.

Mas a combinação genética dos dois pode acarretar uma mutação, uma doença, um desvio psíquico, ou um desvio metabólico direcionado para uma mutação ou um futuro ser ou espécie.

E desta combinação acarretar mudanças em outras combinações futuras.

Alguns podem e tem tendências a um tipo de funcionamento orgânico e a desenvolver doenças e desvios.


O ser antes de nascer já tem a sua estrutura vital, racional e existencial traçada. Antes da fase uterina.

Temos aí a causa fundamental da origem de novas espécies, e de desvios psíquicos, e mau desenvolvimento metabólico. E a tendência a doenças como câncer, diabetes, Parkinson, surdez, cegueira, e todos outros.


Uma família sem histórico de determinada doença nos antepassados e pais, pode ter alguns ou todos os filhos com aquela enfermidade.


A combinação genética determina o tipo e alcance de lógica e de racionalidade do ser, através das potencialidades.

A vitalidade é uma racionalidade transcendental sobre si que visa o direcionamento e funcionamento vital.

Racionalidade não é apenas o conhecimento, mas as infinitas formas de se rege um funcionamento ou metabolização.


POTENCIALIDADES ASSIMILADORAS.

O ser não tem o conhecimento do mundo externo, mas sabe que vai encontrar o mundo externo e vai precisar e sobreviver com ele. Por isto que, o ser nasce com potencialidades para assimilar e registrar o mundo externo.

O poder vital e a vitalidade construíram potencialidades e mecanismos para esta assimilação e registro.

Assim, além dos sentidos,, instintos, emoções, sentimentos, inconscientes, conscientes, e outros mecanismos a vitalidade construiu outros mecanismos, que são as potencialidades assimiladoras de sobrevivência e registro do mundo externo.

Como pensamento lógico, indução, dedução, sonhos, aptidões para cálculos, gráficos, desenhos, pensamento metafísico, e outros.

Os animais selvagens nascem com o instinto de preservação mais apurado do que o homem, pois sabe que pode deixar de existir se não for bem ágio.

São formas de conhecimento os odores, a camuflagem, proteção à prole, e vários outros mecanismos criados e utilizados pelos animais.

Assim, temos um conhecimento que depende da vitalidade, porem o conhecimento não existe no ser antes dele ter o contato com ele, ou ter um desenvolvimento lógico ou metafísico do mesmo. Ele tem a potencialidade de assimilação do mundo externo.

Que a vitalidade construiu estes mecanismos durantes milênios até chegar aquele ser.


MAS, EXISTE CONHECIMENTO NATURAL QUE JÁ NASCE COM O SER, QUE SÃO OS VITAIS.

1-Por exemplo, um filhote quando apenas nasceu e que nunca teve contato com uma pedra, não vai ter imagem na sua mente de uma pedra, logo, para ele a pedra não existe, e quando chegar perto da pedra não vai correr de medo.

2-Mas se chegar perto de um leão, ele vai tentar se esconder. Ou seja, ele não conhece o leão, mas tem a potencialidade como mecanismo de proteção que o leão pode tirar a sua vida.

3-E outros animais vão trocar de cor, exalar cheiros para se proteger de outros perigos.

Temos aí três tipos de conhecimento.

No primeiro ele não desenvolveu mecanismos de conhecimento e defesa para a pedra.

No segundo ele desenvolveu mecanismos e potencialidades para o reconhecimento do leão, pois neste caso é vital este reconhecimento, e os seus antecedentes desenvolveram potencialidades e mecanismos para o reconhecimento do perigo. Ou seja, ele não tem o conhecimento, mas tem a potencialidade para produzir este conhecimento.

No terceiro ele tem o conhecimento de suas potencialidades como formas de mecanismos de proteção. E tem a potencialidade de assimilação do perigo e do mundo externo.


A teoria do conhecimento é também uma teoria vitalógica.




SOBRE O TEMPO –

Existem dois tempos.

O tempo psíquico cognitivo que a mente o produz através da memória e do movimento e tempo de produção da racionalidade.

E o tempo enquanto fenômeno – que este pode ser considerado como o estagio processual e de vida do fenômeno. E a velocidade em que ele se desenvolve.

Ou seja, um construído pela mente e cognição.

E outro da própria essência do fenômeno no seu puro ser. Que é o registro de estágios e movimentos dos fenômenos.

Porem, o tempo não existe como coisa em si, como fenômeno, como puro ser.

O que temos são os movimentos e uma referencial no presente que registra o passado e sabe que pode acontecer o futuro.

Logo, o tempo e o espaço não variam, não mudam por que o espaço é absoluto em si, e tempo não existe como fenômeno em si.

O que pode dar uma concepção de variação de tempo e de espaço é a própria mente.

SOBRE O ESPAÇO –

O espaço pode ser uma construção da noção do ser de espaço pela sua mente e cognição.

Uma criança na barriga da mãe tem uma noção daquele espaço em que vive.

Ao nascer as coisas são grandes, as estradas enormes. Quando fica velho e volta aquele mesmo lugar verá que as coisas não eram tão grandes, e as estradas curtas e pequenas.

Ou seja, o espaço para o homem é uma consequência da sua mente e da sua cognição.

E os fenômenos e o mundo fora do homem têm as suas dimensões, e densidades.



O MOVIMENTO SEGUE A MESMA ORDEM.

O movimento psíquico e cognitivo. Que depende do estágio psíquico e cognitivo da pessoa. Uma criança tem uma noção muito mais veloz de um mesmo movimento de um adulto. Ou seja, depende do estágio em que de amadurecimento vital e cognitivo em que o ser se encontra.

E tem o movimento na sua forma em si de puro ser. Ou seja, o fenômeno que se processa e se acelera e freia no espaço. E os estágios em que passa este fenômeno.

A inércia e o repouso não têm haver com o movimento.

A mente, o psíquico e o cognitivo também são fenômenos.



TEMOS AÍ DUAS REALIDADES. UMA DO PSÍQUICO COGNITIVO E OUTRO DO FENÔMENO EM SI NO PURO SER.

COM ESTES EXEMPLOS PODE-SE AFIRMAR QUE A REALIDADE DO CONHECIMENTO VARIA DO ESTÁGIO VITAL EM QUE SE ENCONTRA O HOMEM.

E NÃO CHEGA A VERDADE ABSOLUTA DO FENÔMENO TANTO NA MENTE, QUANTO FORA DELA. OU SEJA, DO FENÔMENO EM SI.

OS MICROSCÓPICOS NÃO CONSEGUEM VER O SE TEM DENTRO DE UMA BACTÉRIA OU VÍRUS. MUITOS FENÔMENOS QUE TEMOS COMO ABSOLUTOS SÃO INDUÇÕES.

OU SEJA, A VERDADE AINDA NÃO CHEGOU NA SUA ESSÊNCIA ABSOLUTA. ESTÁ INDO À DIREÇÃO DESTA ESSÊNCIA ABSOLUTA.

A vitalidade é uma racionalidade em si e sobre si que está e ocorre dentro dos seres, pois age e rege o seu funcionamento sobre si. Logo, não é uma racionalidade mental, mas vital. E que ocorre numa forma de transcendentalidade interna. Ou seja, sobre si mesma.

O divino também é uma racionalidade, pois ele rege a harmonia cósmica, onde produz condições físicas, astrofísicas, astronômicas, cosmológicas e químicas para a harmonia cósmica e a produção da vida e da própria racionalidade.

O que seria do sistema solar se os astros não seguissem um fluxo de desintegração e reestruturação. E se os planetas não tivessem um afastamento ínfimo do sol.

O conhecimento e a racionalidade não são apenas o que existe dentro do homem, mas existem outras formas e em outros seres. Pois o conhecimento não é uma exclusividade do homem.

Uma bactéria, ou vírus sabe quando devem mudar as suas estruturas internas para a permanência de suas vidas.

Um gambá sabe quando deve exalar o seu cheiro para afastar os predadores. Mecanismo este já construído por seus antepassados para esta função.

Ou seja, todos animais, o homem, vírus, o divino, as plantas, a vitalidade possuem formas racionais. E que é também uma forma de conhecimento.

Inteligência vital. Gracelianismo. Ser é o poder.

O PODER E A INTELIGÊNCIA VITAL PRODUZ E DETERMINA A VIDA COM DIRECIONAMENTO DO PODER DIVINO.
O PODER VITAL PRODUZ A INTELIGÊNCIA VITAL E AMBOS PRODUZEM A VIDA, O SER , A MENTE, O CORPO MATERIAL , FUNCIONAL, SINTETIZADOR E PROJETOR DO SEU FUTURO. Daí temos o temos o ser poder, poder vital, e transcendental que é o homem, os animais e vegetais com suas funcionalidade essenciais e próprias.
O ser é o poder, pois o que existe é o poder em forma de função, vontade, inteligência, processos, sintetizações, corpo, transcendência e perpetuação pela reprodução.

Temos aí o agente – poder. E o objeto – que é o que o poder produz.

Vemos aí que o poder primeiro emana de Deus, que dá vida e consistência ao poder vital.




A vida através de seus poderes vitais constrói mecanismos de perpetuar a vida através da reprodução e produção de órgãos, hormônios e glândulas , e preparando o corpo vital para o processo de perpetuação e melhoramento vital e funcional do próprio organismo.

Pois a mesma é sabedora da sua limitação existencial e desaparecerá se não produzir e desenvolver mecanismo vitais e funcionais inteligentes para a própria vida.

A morte não é uma conseqüência genética, mas sim funcional, pois os gases absorvidos pelo organismo e sintetizados pelo mesmo e que parte não consegue sair das células e que se transformam continuamente passam a envelhecer e enrigecer- deixar dura as células, levando a morte de muitas, dificultando o seu funcionamento e produção de energia e sintetização de homonios, com isto forma-se um ciclo sempre menorr intensidade de funcionamento, levando o ser vivo a doenças e a morte.

Quando colocado em um meio com grande oferta de componentes vitais aí a vida se renova, inicia outra, perpetuando a vida. Por isto que os seres vivos se produziram condições , órgãos, hormônios, épocas favoráveis. Vemos os ovos, as placentas com tamperaturas e líquidos e hormônios que dão condições para este inicio da vida , e a perpetuação.

Os ovos que são fontes de proteínas e dependem de acréscimos de temperaturas para serem chocados, e os produtores sabem que precisam produzir a temperatura sobre eles.

Nas plantas, vemos que uma planta velha tende a morrer, perdendo galhos até desaparecerem, porem uma semente, broto ou galho retirada e colocada num outro local ai a vida se renova e reinicia a vida e mantem a perpetuação.

Nas plantas acontece o mesmo que nos animais, os gases e componentes químicos e processos físicos diminuem com o tempo de funcionamento, pois parte dos gases não consegue ser expelido se transforma em outros gases internos, diminuindo o funcionamente vital da planta, sempre produzindo um ciclo sobre outro , decrscendo progressivamente a vitalidade da planta.


HORMÔNIOS NAS SEMENTES PARA GARANTIR A VIDA.

Por isto que as plantas produzem sementes com grande quantidade de hormônios, brotos e galhos que facilitam a sua reprodução.

A semente é uma parte da planta que já é produzida com finalidade de sair , ser expelida da planta para ser germinada fora e manter a reprodução e manter a perpetuação da própria planta.


PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SENSORES NAS SEMENTES PARA A MANUTENÇÃO DA VIDA.

As plantas desenvolveram sensores térmicos e de luz para orientar as raízes das sementes, para irem em direção ao solo e poderem brotar. Ou seja, os sensores das raízes se desenvolvem em sentido contrario à luz e a temperatura, com isto a germinação é em grande parte garantida, enquanto as folhas se desenvolvem em direção à luz.

É como se elas soubessem que se as raízes não entrarem em contato com a terra o processo de germinação seria interrompido. Por isto a produção e desenvolvimento destes sensores nas sementes quando as mesma caem sobre o solo e esperam a sua vez de germinar.



a realidade da racionalidade é produto da vitalidade.


A realidade e a racionalidade não é produto de um processo ou estagio histórico.

mas sim de um processo e estagio vital.

Pois o que forma o homem, a realidade e a racionalidade e emocinalidade como a psico e a existencialidaade do ser é o estagio vital em que ele se encontra.

E a partir daí é que ele vai formar a sua realidade e a historicidade.

Ver. produzir
Critica da razão vital.


A realidade não se processa em causa e efeito, espaço e tempo, mas sim em poderes agindo sobre poderes e transformando a realidade. O invisível sem forma, densidade, sem estrutura agindo sobre a estrutura e a transformando.

O universo vital determina a realidade. E não a historicidade.

O ser é um elemento e componente, do universo vital.

Ele é o resultado do processamento do universo vital que ocorre nele, e o produz.

E ao mesmo tempo ele é parte deste universo vital, por isto ele é sujeito e objeto deste universo vital.

Ele é parte ativa e passiva do universo vital.

O UNIVERSO VITAL É O PODER VITAL E DIVINO INSERIDO NA VITALIDADE.

É O CONJUNTO DE PODERES E FENOMENOS QUE SE DESENVOLVERAM E PUDERAM TRANSCENDER.

É O FUNCIONAMMENTO VITAL DE TODO ORGANISMO.

É A PSIQUE REGENDO E SENDO PARTE DO PROPRIO UNIVERSO VITAL.



Teoria da engenharia e harmonia cósmica.

A formação, integração e desintegração de astros.

A reintegração, carreamento em direção ao equador para forma novos astros, o afastamento, a variação da inclinação e da excentricidade. Tudo isto possibilitando que o astro tenha condições de produzir a vida. Confirma-se que o cosmo é parte de uma engenharia voltada para uma harmonia



Potencialidade não é a potência aristotélica.

Mas sim a capacidade de transformar, é poder transcendental. Do vital sobre si na produção do novo e do outro.

Transcendental não é a transcendentalidade kantiana.

Mas sim o fenômeno que transcende sobre si mesmo e que se transforma por poderes vitais. A vitalidade agindo sobre si.

Transcender é transcende sobre e dentro de si por poder vitais anteriormente desenvolvidos.

TEMOS AQUI DOIS TIPOS DE CONHECIMENTO. O VITAL ABSOLUTO EM SI. E O QUE O VITAL POSSA PRODUZIR COM SUAS POTENCIALIDADES E CONFORME O ESTÁGIO EM QUE SE ENCONTRA.

O vital é absoluto e transcendental sobre si, na forma de puro ser.

E o segundo e dependente do estágio em que se encontra a vitalidade na produção da mente.


O conhecimento é o conhecimento vital na sua essência de ser que é o puro ser na forma de fenômeno. Ou seja, não é o conhecimento mental, da memória, do pensamento, do homem. Mas sim o conhecimento regido por poderes vitais que regem a vida e o funcionamento dos seres e sua transcendentalidade.

Este universo vital que vai produzir o conhecimento humano conforme suas potencialidades e estágio de desenvolvimento. Ou seja, o cérebro, os sentidos, os instintos, sentimentos, emoções, inconscientes, consciência, mente, etc. vão produzir um conhecimento conforme o estágio vital em que se encontra.

A lógica é um desenvolvimento da vitalidade na mente dos seres. É bom ressaltar que não é só o ser humano tem pensamento lógico. Outros animais também o desenvolveram, uns com uma lógica mais aprimorada, outros menos.

O INCONSCIENTE VITAL NA ASSIMILAÇÃO, PRODUÇÃO E LOGICIDADE DO CONHECIMENTO.

PRODUZIMOS O NOSSO CONHECIMENTO CONFORME TODOS OS ELEMENTOS VITAIS QUE NOS FORMA.

Assimilamos o mundo externo conforme o nosso inconsciente vital e transcendental.

Ou seja, produzimos um universo de significados, símbolos e logicidade conforme o nosso inconsciente vital e transcendental.

Ou seja, somos o resultado de um processo vital longo e duradouro que vem se estruturando e se desenvolvendo por milênios. E que o estágio vital que nos encontramos deste processo que o nosso inconsciente é produzido. E produzimos o nosso conhecimento conforme todos os elementos vitais que nos forma.

Um ser que não tem um desenvolvimento alfativo bem desenvolvido não terá um conhecimento profundo de muitos cheiros.

O mesmo vale para todos os outros sentidos.

E vale também para o estágio de desenvolvimento do inconsciente, sensações, instintos, consciente, logicidade, sentidos, sentimentos, emoções, pensamento, racionalidade, etc.

Assim, a razão é o universo vital e o estágio de potencialidade em que ele se encontra.

Pois, assimilamos os fenômenos conforme o universo vital e sua potencialidade. E a partir desta condição produzimos o nosso conhecimento.

Temos aí,

1-o vital em si, sobre si, e transcendental que é uma forma regedora da vida, logo, é em si um conhecimento.

2-Os elementos vitais que são em si um conhecimento.

3-O mundo externo e os fenômenos externos. Que não é um conhecimento.

4-A receptação e assimilação deste mundo externo pelos elementos vitais. Que é um conhecimento.

5- o conhecimento metafísico.


O CONHECIMENTO É NATURAL E FAZ PARTE DA NATUREZA DOS SERES.

É UMA CONSTRUÇÃO DA VITALIDADE.

Ou seja, conhecemos até onde chegamos, até onde a vitalidade que nos produz conseguiu produzir elementos para produção do conhecimento.

E o conhecimento não é obra do acaso, mas, sim de uma necessidade. Pois, nós seres conhecemos os alimentos por que é necessário para a nossa existência.

O mesmo acontece, com os instintos de proteção e vários outros elementos. Ou seja, o conhecimento é uma produção vital.

Morcegos desenvolveram órgãos para se locomoverem na noite, ou seja, ou seja, eles tem um conhecimento que não temos. Isto acontece com todos os animais. Cada um tem os seus órgãos, e sua funções que se transformam em conhecimento.

O inconsciente vital é uma forma de conhecimento que está dentro de nos e que não temos conhecimento total dela.

Ou seja, o conhecimento é vital e uma consequencia do desenvolvimento vital em que se encontra cada ser.

O conhecimento nos seres não é a ordenação mental, mas sim, os elementos vitais que a vitalidade produziu em cada ser. E cada um com uma intensidade diferente. E outros não possuem certos elementos que outros possuem. Como no caso de morcegos e golfinhos.

Como exemplo, pode citar. Instintos, sentidos, sentimentos, funções fisiológicas, funções vitais, metabolizações, inconscientes, conscientes, emoções, psiquê, memória. Etc.

O conhecimento metafísico – no caso do divino, da alma, e de espíritos foi um reconhecimento que estes seres existem e fazem parte da nossa existência. Independente de que alguém possa vê-los ou senti-los.


Ou seja, não conhecemos através de propósitos regidos por sentimentos e emoções, mas sim, o conhecimento nasceu de uma necessidade vital e existencial para a perpetuação do ser. Assim, o conhecimento é uma produção vital para suprir uma necessidade vital e existencial para a transcendentalidade do ser.

Neste ponto a vitalidade construiu elementos e mecanismos para o ser assimilar o mundo externo para que o mesmo pudesse tirar dele o seu sustento, sua reprodução, sua família e sua eternização.

Ou seja, o conhecimento é uma construção que ocorreu dentro do ser através da vitalidade, para servir ao próprio ser.

É como a produção de um órgão, uma metabolização, a mente, o inconsciente, os instintos, etc.

Porem, o ser não conhece o mundo externo antes de ter contato com ele. Porem, um feto já tem contato com a temperatura e sentimentos da mãe.

E o ser é gerado e nasce com potencialidades para assimilar o mundo externo.


O CONHECIMENTO NUNCA SERÁ ABSOLUTO, POIS TODAS ESPÉCIES CONSTROEM ÓRGÃOS E ELEMENTOS PARA SUA SOBREVIVÊNCIA E CONHECIMENTO DO MUNDO EXTERNO. LOGO, O CONHECIMENTO É RELATIVO AS ESPÉCIES E AOS SERES.

DEPENDE DO ESTÁGIO VITAL EM QUE O SER OU ESPÉCIE SE ENCONTRA.


A vitalidade que é uma racionalidade transcendental produz elementos, órgãos, funções para o ser conhecer o mundo externo para a sua sobrevivência.

Temos aí duas formas de conhecimento. A primária e a secundária.


NÃO É A ORDEM DO PENSAMENTO LÓGICO QUE REGE E O CONHECIMENTO E A RACIONALIDADE, MAS SIM O PODER VITAL, AS POTENCIALIDADES VITAIS QUE CONSTROEM ELEMENTOS VITAIS PARA A SOBREVIVÊNCIA DO SER.

Ou seja, a necessidade para a sobrevivência do ser foi construído o conhecimento. E o conhecimento é mais um elemento vital em função da continuidade e produção da vida.
Conhecemos o que o poder vital e potencialidade construíram. Ou seja, podem existir infinitos fenômenos no universo que não temos conhecimento deles, por que não tem utilidade para a sobrevivência da vida. E a vida não construiu elementos para reconhece-los e assimila-los.


A REALIDADE SEGUE ESTA ORDEM.

Deus – poder - espaço denso – cosmo - vitalidade e vida - potencialidade e poder vital – elemento vitais – mundo externo ao ser – conhecimento.

O tempo não existe como coisa em si.

O espaço existe fora do ser e dentro na concepção do ser.

A causa não existe, o que existe é uma seqüência de fenômenos. Pois todo fenômeno leva e produz o outro, mas isto é parte da essência da realidade.

Deus rege a ordem do universo, a vontade da vitalidade, rege o poder e a construção do conhecimento.

O Deus não é só o Divino da fé, mas o de poder, da ordem, da harmonia, da lei, da vida e da potencialidade, dos elementos vitais na produção da razão e do conhecimento. Pois se não houvesse uma harmonia cósmica, não haveria a vida, o ser e a racionalidade e o conhecimento.


Assim, a vontade e a ordem inicia com o Divino, que vai refletir no cosmo, na vida, nos elementos vitais e na produção do conhecimento.

Assim, o conhecimento não é pensamento e nem a coisa em si, mas sim uma necessidade vital construída pela potencialidade vital para servir ao ser na sua sobrevivência.


O CONHECIMENTO É UMA CONSEQUENCIA DE PODER, POTENCIALIDADE VITAL E É UM ELEMENTO, UM FENÔMENO E UMA RELAÇÃO ENTRE MUNDO EXTERNO COM O INTERNO.

O divino [mundo externo] produz o interno [vida, vitalidade e elementos vitais], que produz o conhecimento [assimilação do mundo externo pelo interno].

Assim, o conhecimento não é só fenômeno, mas causa e consequencia de poder divino e potencialidade vital. E elemento vital e fenômeno vital. E relação mundo externo e com o interno.

Elemento vital como produção da mente, e fenômeno vital como assimilação do mundo externo pelo interno.

ASSIM, O CONHECIMENTO TEM UMA ORIGEM DIVINA E DE PODER E É UMA RELAÇÃO ENTRE MUNDOS.

Do divino para o vital, do vital para o de potencialidades e elementos, e do vital para o externo da vitalidade.

Ou seja, não é a mente que produz o conhecimento, mas sim a potencialidade vital.

A ordem existe antes do pensamento e da mente, o divino já produziu a harmonia das coisas, das potencialidades e dos fenômenos, tanto no vital quanto fora do vital.

Não é a vontade de conhecer que produz conhecimento, mas a potencialidade vital para a necessidade de sobrevivência do ser.

Reproduzimos o mundo externo em nós para dele suprir nossas necessidades vitais de sobrevivência, por isto a vitalidade produziu órgãos, instintos, emoções, sentidos, inconscientes. Percepção, logicidade, etc.

Ou seja, o conhecimento não é apenas uma faculdade, mas uma necessidade que teve um direcionamento anterior ao ser e a vida.

Não é fruto de uma estética de sensações e de vontades, mas de potencialidades, necessidade e de relação.

A ordem não é só a ordem da mente, mas a ordem e harmonia divina que trabalha em função do desenvolvimento da vida.

Não é obra do acaso, mas tem um propósito na sua origem e na sua produção.

Não existe na mente como num processo dialético idealista. Mas existe na vitalidade e na relação. Mundo interno e mundo externo. Vitalidade e fenômeno.

Ao machucarmos um dedo, aquela dor se encontra mais no dedo do que na mente, e mais em todo o corpo do que na mente.


O CONHECIMENTO É VITALISTA.

Assim, o divino que produz o poder e a potencialidade, produz o ser e suas potencialidades, que irá produzir elementos e funções para suprir suas necessidades vitais. E a razão e o conhecimento são uma delas. Logo, o conhecimento não é o que temos na mente através do pensamento, vontades, ordem, mas o que o ser precisa e necessita para a sua sobrevivência.

Logo, o conhecimento antes de ser idealista, é uma vitalidade produzida por potencialidades vitais, na forma e produção de elemento vital, construído com propósito vital para suprir as necessidades vitais. Logo, é um fenômeno vital e que é uma consequência de um propósito cósmico e divino.

Assim, o conhecimento é um ser, um fenômeno, um propósito, um elemento vital, uma relação, uma necessidade, uma produção que está em desenvolvimento.

E não se desenvolve por causa do outro, do contrário, do fenômeno fora de mente, logo, não é dialético.

Mas sim, se desenvolve dentro da estrutura e potencialidade vital conforme vai se desenvolvendo estas potencialidades e a necessidades do seu desenvolvimento. Para suprir a necessidade da sobrevivência.


A VIDA E O CONHECIMENTO SE DESENVOLVEM ATRAVÉS DA AÇÃO DAS POTENCIALIDADES.

O CONHECIMENTO NÃO É IDEALISTA, MAS UM POTENCIALISTA VITALISTA.

Ou seja, não é o fenômeno que se desenvolve e regem o desenvolvimento para o propósito de produzir sentidos, mentes, órgãos para a produção do conhecimento, mas sim o que se desenvolve é a potencialidade, e esta por sua vez agir sobre a funcionalidade e estruturalidade vital direcionando a vitalidade para qualquer tipo e intensidade de funcionamento e desenvolvimento.

Assim, o fenômeno vital muda através da ação da potencialidade.

Logo, o conhecimento não é idealista, mas um potencialista vitalista.